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[TOP 10] Livros para ler no Halloween


Hello, people! 
Confesso que sou mais consumidora de filmes e séries de terror do que necessariamente de livros. Não sei se é a trilha, mas me envolvo bem mais na história quando está em tela, com som e expressões macabras dos personagens. Sou maluca por direção de arte, e nos livros você usa apenas a imaginação nesse quesito, e as vezes a minha não é tão boa assim. 

Ainda assim resolvi trazer uma postagem falando sobre os melhores livros de terror que já li até hoje, o já vou adiantando que não foram muitos, mas importantes para mim. Vamos lá?

Não esqueçam de me acompanhar pelo Instagram e conversar por lá comigo sobre os seus livros de terror prediletos. 



A VOLTA DO PARAFUSO


A Volta do Parafuso, ou A outra volta do parafuso, é um dos livros clássicos do horror. 
A atmosfera fica por conta de uma casa estranha com estranhas crianças onde uma preceptora vai trabalhar. Logicamente que existem estranhos acontecimentos também, mas como quem nos narra a história é a protagonista e preceptora, não se tem muita certeza sobre a confiabilidade dela. Não é lá das narradoras mais confiáveis. 



CONTOS DE LOVECRAFT


Não sou muito chegada a contos, sempre acho que está faltando algo no fim. Mas se pudesse escolher um contista de horror, certamente seria Lovecraft. 
Amo Poe, mas existe uma espécie de ritmo no terror de Lovecraft que faz com o que o medo vá chegando de maneira gradativa e aterrorizante. É uma poesia tenebrosa. 
Realmente gosto muitos dos livros dele. 



A CASA ASSOMBRADA


Mais um livro onde uma preceptora vai trabalhar em uma casa estranha com gente estranha, mas aqui o John Boyne consegue finalizar com primor o que ele começa. Não que no livro do Henry James isso não aconteça, mas sempre existe um "quê" de mistério a ser desvendado nas coisas dos autores clássicos, para te deixar pensativo. E no caso do livro no Boyne isso não acontece. É aquilo e acabou. E tem umas ceninhas de terror maravilhosas. 

Encontre AQUI

A HORA DAS BRUXAS


Sabe aquele livro que você vai vai querer ler com a bateria do celular carregada, caso falte luz e você fique no escuro? Esse é A Hora das Bruxas. Ou melhor, a duologia de A Hora das Bruxas. 
A Anne Rice sempre soube criar um clima bom para te prender ao terror que desenvolve, e aqui não seria diferente. 
Ainda que o livro remeta a bruxas em específico, o livro tem toda uma história complicada e obscena de fundo. Você sente medo pela protagonista e em alguns momentos da protagonista. O tipo de historia que vai narrar gerações tenebrosas da mesma familia, e isso é ótimo porque gera afinidade entre o leitor e a história. 



NOVA JAGUARUARA



Terror nacional, minha gente! E melhor que isso, terror que se passa no nordeste! 
Acho um máximo que autores tirem histórias incríveis de todo lugar, e foi exatamente o que Mauro fez com essa história. Pegou aquelas lendas que nossos avôs nos contávamos quando éramos crianças e íamos ao interior, e transformou em um puta livro de terror que não deixa a  desejar para nenhum livro estrangeiro. 

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O ILUMINADO


Quem não conhece esse clássico? Acho que todo mundo já viu pelo menos o filme, não? E ele tem cenas de arrepiar os cabelos. Com o livro também não é diferente. Claro que sinto muito mais apego aos filmes do que aos livros, quando se trata de terror, mas O Iluminado cumpre o que promete. 
Um hotel assombrado e três moradores solitários brigando com o que é real e o que não é. 

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IT


Esse é o meu predileto, mas vocês já sabem disso.
A questão de construir o medo em cima do que cada guri sente é simplesmente genial, e o King cuida muito bem dos seus personagens e sua trama nessa história. Ela é estupenda! Grande, são mais de mil páginas, mas todas incríveis.
O que alguns garotos podem fazer para proteger uns aos outros? Quer saber?
Venha flutuar vocês também!

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JOGOS MACABROS


Um dos vários livros de terror do R.S. Stine. E quem curte o gênero, certamente já leu alguma das histórias. Pessoalmente só li essa, e gostei bastante do que encontrei. 
Claro que a capa e a sinopse entregam muito mais terror do que a gente encontra aqui, afinal os livros do Stine são para adolescentes, mas amei o clima que ele criou e como desenvolveu a história. 

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OUTSIDER


Outsider foi o ultimo livro do King que eu li e, como sempre, ele sabe fazer o paranauê. É tanto que tem três livros em uma lista de dez. 
Esse é um terror que redescobre um ser mitológico das histórias infantis, e achei isso simplesmente genial! Nada com fantasmas, ainda que eles assombrem porque vivem na culpa e no medo e esses jamais nos deixam, mas é diferente do terror tradicional ao qual estou acostumada. 

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TRILOGIA DO ZAFÓN


Não pude selecionar apenas um dos três porque todos eles tem sua dose de terror e todas são incríveis. 
Os livros do Zafon não são exatamente terror, mas funcionam dentro do gênero para os mais jovens que curtem. Esses três livros em específico contam histórias independentes, mas sempre com aquela nostalgia tenebrosa dos livros do autor. Sempre uma figura aterrorizante, e no caso desses três livros, figuras que vão assombrar essas crianças protagonistas. 

Encontre eles AQUI


LIVRO BÔNUS


Eis um livro de um gênero que eu chamo de Lovely Terror (algo difícil de achar hoje em dia). 
Rua das Lágrimas Flutuantes é um livro nacional com uma mistura de suspense, terror e romance. Uma ótima pedida para quem curte romances e tem medo de se aventurar no terror. 
Acredite, a única coisa nessa história que dá medo é o tanto que ela é maravilhosa e que esse casal é incrível! 
Uma dupla enfrentando o sobrenatural? Tô dentro! 

Esse vocês encontram AQUI

Top 10 Melhores Leituras de 2017

Olá, pessoal!
Vamos dar uma olhadinha nas minhas 10 melhores leituras de 2017?
Tem muito livro legal ai!


[TOP 10] Mocinhas de 2015


Em complemento ao post onde falo sobre os melhores livros lidos em 2015, temos aqui o vídeo sobre as melhores personagens femininas de 2015.
Entre elas temos personagens de livros das editoras: Arqueiro. Cia de Letras, Galera Record, Novo Conceito, Guttemberg, Única, Suma de Letras e Intrínseca.
Confiram...


[TOP 10] Melhores filmes românticos que assisti (Parte 2)


Não sou muito de fazer postagens temáticas aqui para o blog. Se teve uma coisa que aprendi com um grande amigo é que as pessoas supervalorizam algumas datas comemorativas, e dia dos namorados é uma delas para mim. Ok, eu sou uma bruta sem coração!

Mas para vocês não me queimarem viva, resolvi que hoje merecia um levantamento de alguns filmes românticos que eu gosto. Tá, não gosto de datas comemorativas, mas curto filmes bonitos, e adoro fazer listas sobre eles.

Tem dois anos que fiz uma postagem igual a essa, e vocês podem acessar por AQUI. Foi fácil fazer a primeira lista, e um pouco difícil começar a fazer a segunda. Mas depois que os dois primeiros nomes saíram, lembrei do resto facilmente.

Então vamos conhecer minha segunda lista de filmes românticos prediletos.


Amor, sublime amor


No lado oeste de Nova York, à sombra dos arranha-céus, ficam os guetos de imigrantes e classes menos favorecidas. Duas gangues, os Sharks, de porto-riquenhos, e os Jets, de brancos de origem anglo-saxônica, disputam a área, seguindo um código próprio de guerra e honra. Tony (Richard Beymer), antigo líder dos Jets, se apaixona por Maria (Natalie Wood), irmã do líder dos Sharks, e tem seu amor correspondido. A paixão dos dois fere princípios em ambos os lados, acirrando ainda mais a disputa.
 Dica: Nem todo mundo curte musicais, mas para aqueles apaixonados que curtem, eis uma boa pedida. West Side é um dos meus musicais prediletos, e reconta a história de Romeu e Julieta trazendo a tragédia para a realidade das gangues existentes nos Estados Unidos. No caso desse filme, a rivalidade entre os latinos e os caucasianos. É um belíssimo filme!


Cidade dos Anjos

Em Los Angeles, uma dedicada cirurgiã (Meg Ryan) fica arrasada quando perde um paciente durante uma operação, no mesmo instante em que um anjo (Nicolas Cage), que estava na sala de cirurgia, começa a se sentir atraído por ela. Em pouco tempo ele fica apaixonado pela médica e resolve ficar visível para ela, a fim de poder encontrá-la frequentemente, o que acaba provocando entre os dois uma atração cada vez maior, apesar dela ter um sério relacionamento com um colega de profissão. O ser celestial não pode sentir calor, nem o vento no rosto, o gosto de uma fruta ou o toque da sua amada, assim ele cogita em deixar de ser um imortal para poder amar e ser amado intensamente.
Dica: Porque será que toda história de amor tem que ter um fundo trágico para funcionar eternamente na cabeça das pessoas? Não sei, mas é o que existe em toda áurea incrível de Cidade dos Anjos. Aqui o sacrifício vem por conta de um grande amor. A cena final desse filme é linda, e não tem uma única vez que o veja e não chore. 



Moulin Rouge











Christian (Ewan McGregor) é um jovem escritor que possui um dom para a poesia e que enfrenta seu pai para poder se mudar para o bairro boêmio de Montmartre, em Paris. Lá ele recebe o apoio de Henri de Toulouse-Latrec (John Leguizamo), que o ajuda a participar da vida social e cultural do local, que gira em torno do Moulin Rouge, uma boate que possui um mundo próprio de sexo, drogas, adrenalina e Can-Can. Ao visitar o local, Christian logo se apaixona por Satine (Nicole Kidman), a mais bela cortesã de Paris e estrela maior do Moulin Rouge.
Dica: Ok, aqui está escrevendo a maluca dos musicais. Mas, gente, nada é mais incrível do que os musicais que o cinema já criou. E isso porque nunca consegui ir à Brodway! Aqui o caso de amor é entre uma cortesã que quer sair dessa vida e um escritor pobre - e gato! Esse filme é de uma plasticidade perfeita, e tem a melhor mixagem de som que já vi nas telonas. Vale a pena conferir!




E o Vento Levou


Uma reunião social acontece numa grande plantação na Georgia, Tara, cujo dono é Gerald O'Hara (Thomas Mitchell), um imigrante irlandês. Na mansão está Scarlett (Vivien Leigh), sua bela e teimosa filha adolescente. Os gêmeos Tarleton, Brent (Fred Crane) e Stuart, imploram para serem seus acompanhantes num churrasco, que haverá em Twelve Oaks, uma plantação vizinha. Scarlett flerta com eles enquanto tenta obter informações sobre o homem que ama obsessivamente, Ashley (Leslie Howard), o primogênito do patriarca de Twelve Oaks, John Wilkes (Howard C. Hickman). Ela ouve algo que a desagrada muito: Ashley está comprometido, o que depois é confirmado por seu pai. Scarlett acha a vida em Tara monótona, mas seu pai diz que Tara é uma herança inestimável, pois só a terra é um bem que dura para sempre. Ela apenasó pensa em Ashley, assim usa seu mais belo vestido para ir ao churrasco, revelando um inapropriado comportamento para um compromisso diurno, apesar das objeções de Mammy (Hattie McDowell), sua protetora escrava. Em Twelve Oaks Scarlett é o centro das atenções, em razão dos vários pretendentes que pairam sobre ela, mas nenhum deles é Ashley. Mais tarde Scarlett ouve os cavalheiros discutindo acaloradamente sobre a guerra eminente que acontecerá entre o Norte e o Sul, crendo que derrotarão em meses os ianques. Só Rhett Buttler (Clarrk Gable), um aventureiro que tem o hábito de ser franco, não concorda com estas declarações movidas mais pelo orgulho do que pela lógica. Ele diz que não há nenhuma fábrica de canhões no sul e afirma que os ianques estão melhor equipados e têm fábricas, estaleiros, minas de carvão e podem matar os sulistas de fome, pois têm o domínio dos portos, enquanto os sulistas só têm algodão, escravos e arrogância. Um jovem, Charles Hamilton (Rand Brooks), sentindo-se insultado, tenta desafiar Rhett para um duelo, mas ele se esquiva, mesmo sabendo que o derrotaria facilmente, e se retira. Ashley tenta ir ao seu encontro para acompanhá-lo, pois Rhett é um convidado, mas é detido por Scarlett, que quer falar com ele. Os dois vão até a biblioteca e ela fala para Ashley que o ama profundamente. Isto só faz ele lhe dizer que está noivo da prima dela, Melanie Hamilton (Olivia de Havilland). Ashley diz que ama Melanie, entretanto admite que ama Scarlett fraternalmente. Ela fica ainda mais irritada e esbofeteia Ashley, que deixa a biblioteca. Ela então lança um vaso contra a lareira e descobre que atrás de um sofá havia uma outra pessoa, Rhett. Quando Scarlett lhe diz que não é um cavalheiro, Rhett retruca dizendo que ela não é uma dama. Apesar deste confronto, é claro que Rhett ficou atraído pela beleza de Scarlett. Em Twelve Oaks chega um cavaleiro, para dizer que a guerra começou. Os homens exultam e Charles vai dizer a Scarlett que a guerra foi declarada, com todos os homens indo se alistar. Enquanto via Ashley se despedir de Melanie, Scarlett ouve Charles lhe pedir em casamento. Movida pela mágoa, ela aceita e diz que quer casar antes que ele parta. Assim Melanie e Ashley se casam em um dia e no seguinte Scarlett se casa com Charles, apesar de não sentir nenhuma atração ou amor por ele. O que Scarlett desconhecia é que o futuro lhe reservava dias muito mais amargos, pois durante a Guerra Civil Americana várias fortunas e famílias seriam destruídas.
Dica: Quem ainda não conhece esse casal? Pois trate de conhecer porque Scarlet e Rhett são incríveis juntos! Ele é sarcástico ao extremo - um dos bad boys do cinema antigo - e ela é difícil e dramática. A história tem a guerra civil como pano de fundo, e é extremamente tocante não só pelo romance, como por todo o conjunto da obra.




Edward Mãos de Tesoura


Peg Boggs (Dianne Wiest) é uma vendedora da Avon que acidentalmente descobre Edward (Johnny Depp), jovem que mora sozinho em um castelo no topo de uma montanha, criado por um inventor (Vincent Price) que morreu antes de dar mãos ao estranho ser, que possui apenas enormes lâminas no lugar delas. Isto o impede de poder se aproximar dos humanos, a não ser para criar revolucionários cortes de cabelos, mas ele dá vazão à sua solidão interior ao podar a vegetação em forma de figuras ou esculpir lindas imagens no gelo. No entanto, Edward é vítima da sua inocência e, se é amado por uns, é perseguido e usado por outros.
Dica: Burton não criou esse filme para ser essencialmente romântico, mas acabou que seu bizarro Edward, e suas mãos de tesoura se tornaram o referencial poético e gótico de amor em uma geração que estava cansada do cinema "mais do mesmo". Acho essa história linda e sou totalmente suspeita porque não há nada que Johnny faça que eu não ame.




Titanic


Jack Dawson (Leonardo DiCaprio) é um jovem aventureiro que, na mesa de jogo, ganha uma passagem para a primeira viagem do transatlântico Titanic. Trata-se de um luxuoso e imponente navio, anunciado na época como inafundável, que parte para os Estados Unidos. Nele está também Rose DeWitt Bukater (Kate Winslet), a jovem noiva de Caledon Hockley (Billy Zane). Rose está descontente com sua vida, já que sente-se sufocada pelos costumes da elite e não ama Caledon. Entretanto, ela precisa se casar com ele para manter o bom nome da família, que está falida. Um dia, desesperada, Rose ameaça se atirar do Titanic, mas Jack consegue demovê-la da ideia. Pelo ato ele é convidado a jantar na primeira classe, onde começa a se tornar mais próximo de Rose. Logo eles se apaixonam, despertando a fúria de Caledon. A situação fica ainda mais complicada quando o Titanic se choca com um iceberg, provocando algo que ninguém imaginava ser possível: o naufrágio do navio.
Dica: Precisa de explicação? 900 vezes que assisto esse filme e me pego chorando feito louca em todas elas. Foi um marco importante na minha adolescência, e sempre lembrarei de Titanic como um dos filmes mais clichês e românticos que já vi na vida. Amava o Leo de Caprio nessa época!




Patch Adams


Em 1969, após tentar se suicidar, Hunter Adams (Robin Williams) voluntariamente se interna em um sanatório. Ao ajudar outros internos, descobre que deseja ser médico, para poder ajudar as pessoas. Deste modo, sai da instituição e entra na faculdade de medicina. Seus métodos poucos convencionais causam inicialmente espanto, mas aos poucos vai conquistando todos, com exceção do reitor, que quer arrumar um motivo para expulsá-lo, apesar dele ser o primeiro da turma.
Dica: Esse não é um filme romântico, mas acabou ganhando a maioria do público por conta do caso incrível de amor entre os personagens médicos. Passa longe de ser o principal da história, mas é um ponto crucial dela. Resolvi enquadrar nessa lista porque, mesmo que não seja um romance, o romance nele é extremamente bonito. 




Anna Karenina


Século XIX. Anna Karenina (Keira Knightley) é casada com Alexei Karenin (Jude Law), um rico funcionário do governo. Ao viajar para consolar a cunhada, que vive uma crise no casamento devido à infidelidade do marido, ela conhece o conde Vronsky (Aaron Johnson), que passa a cortejá-la. Apesar da atração que sente, Anna o repele e decide voltar para sua cidade. Entretanto, Vronsky a encontra na estação do trem, onde confessa seu amor. Anna resolve se separar de Karenin, só que o marido se recusa a lhe conceder o divórcio e ainda a impede de ver o filho deles.
Dica: Vejo, revejo, vejo novamente e não canso de Anna Karenina. Amo esse casal loucamente! Claro que também tenho uma verdadeira adoração pelo marido da Anna, mas Vronsky tem aquela coisa mágica e encantadora que faz qualquer mulher suspirar. Termino esse filme sempre amando os dois, por motivos diferentes, e tão iguais, no final das contas.




Casablanca


Durante a Segunda Guerra Mundial, muitos fugitivos tentavam escapar dos nazistas por uma rota que passava pela cidade de Casablanca. O exilado americano Rick Blaine (Humphrey Bogart) encontrou refúgio na cidade, dirigindo uma das principais casas noturnas da região. Clandestinamente, tentando despistar o Capitão Renault (Claude Rains), ele ajuda refugiados, possibilitando que eles fujam para os Estados Unidos. Quando um casal pede sua ajuda para deixar o país, ele reencontra uma grande paixão do passado, a bela Ilsa (Ingrid Bergman). Este amor vai encontrar uma nova vida e eles vão lutar para fugir juntos.
Dica: Outra dica de filme antigo que tenho verdadeira adoração, e super indico para você que curte o preto e branco. Acho massa que o filme não tenha cores porque o trabalho do ator é triplicado, e por isso sentimos no coração o romance de Rick e Ilsa. Também com uma pegada de guerra no fundo, vale a pena colocar na lista.




Caminhando nas Nuvens


Depois de 4 anos nos campos de batalha da 2ª Guerra Mundial e ainda relembrando os horrores de guerra, Paul Sutton (Keanu Reeves) ao retornar para casa quer se estabelecer e começar uma fazenda, mas Betty (Debra Messing), sua esposa, com quem impulsivamente se casou três dias após se conhecerem (no dia seguinte ele rumava para o front), quer que ele venda chocolates e até já arrumou um emprego para Paul. Enquanto faz uma viagem de negócios, ele ajuda uma hispano-americana, Victoria Aragón (Aitana Sánchez-Gijón), uma bela mulher que na faculdade se apaixonou por um professor que a engravidou, mas não quis se casar com ela. Ela volta para casa totalmente envergonhada e, temerosa da reação do seu pai, Alberto (Giancarlo Giannini), mas Paul tem uma idéia: ele se fará passar como o marido dela e partirá após um dia ou dois. Assim quando Victoria ficar só com a criança, a desgraça estará nele, não ela. Ela concorda e os dois chegam como marido e mulher no vinhedo Las Nubes, que é de propriedade da família dela. A maioria da família Aragón recebe Paul afetuosamente, especialmente o avô, Don Pedro (Anthony Quinn), o patriarca, mas o pai dela sente que há algo com o jovem casal e trata Paul grosseiramente. Paul e Victoria contornam várias situações e, durante a celebração da colheita, descobrem que estão fortemente apaixonados. Entretanto, algumas barreiras impedem que eles concretizem este amor.
Dica: Vi esse filme pela primeira porque meu ex marido o adorava, e olhe que ele não é chegado a esse tipo de filme. Confesso que meu amor a princípio veio pelo cenário e porque o Reeves está lindíssimo nesse papel. Depois da quinta ou sexta vez que assisti, passei a adorá-lo como um todo, e agora todas as vezes que vejo me emociono. Bem mais leve do que a maioria da lista, Caminhando nas Nuvens é para ver em um bom dia de chuva, comendo pipoca na cama.



Ufa, acabamos!
Agora quero saber de vocês. Quais filmes românticos mais gostam?









[TOP 10] Melhores Livros do Ano


E ai, meu povo, como vocês foram de natal? E quais os planos para a virada do ano?
Eu estou correndo um bocado por aqui, mas arranjei um tempinho para gravar um vídeo e vir colocar minha postagem sobre os dez melhores livros do ANO.
Minha primeira lista tinha vinte e três livros, e tive que chorar por dias até chegar nos dez escolhidos. Embaixo eu colocarei as fotos dos livros que ficaram de fora dos dez, mas que tem um lugar gravado no meu coração.


Os que já tem resenha:

1- Fúria Vermelha
2- Garotos Corvos
3- Mar da Tranquilidade 
4- Proibido
5- Maybe Someday
6- Mentirosos
7- A evolução de Mara Dyer
8- A coroa da Meia-Noite (Trono de Vidro)
9- Mundo Novo

Os que ficaram de fora:




Notaram que as distopias imperam aqui, não é? Fazer o que se sou fanática! rsrs
E vocês, quero saber quais foram seus melhores livros do ano.

[Semana do Terror] TOP 10 - Filmes de Terror


Hi, people!
Sempre fui uma pessoa impressionável, mas acho que a maturidade me deixou mais medrosa com o passar do tempo. Antes via filmes de terror e ria deles, hoje preciso de dez pessoas na sala e alguém, sempre palhaço, que faça piada de tudo para não me deixar assustada. A célebre frase da minha mãe é a seguinte... "Deixe de ser besta que esses atores estão ai ganhando dinheiro e você com medo de animação de computador". E todas as vezes que sinto medo de um filme, trato de pensar nisso.
Mas para encher nossa semana do terror, resolvi fazer um TOP 10 com os melhores filmes que assisti nessa categoria. Já vou avisando que grande parte são dos clássicos antigos, já que na época tinha coragem de ver. Os de hoje vejo poucos, e os poucos acho uma merda. Então eu criei uma lista de ordem cronológica de lançamento, e apenas de filmes que eu assisti.
Vamos conferir quais estão nesse TOP 10?

[TOP 10] Amizade literária



Gente, não tenho como negar, eu sou do tipo que babo numa amizade bem construída num livro. Acho mais lindo uma amizade consistente do que uma grande paixão.
Claro que na maioria das vezes o amor entre homem e mulher começa, de algum modo, com uma amizade, e é ai é que a mágica do escritor começa a tomar forma.
As vezes uma grande amizade começa com uma briga, e as vezes ela simplesmente sempre existiu, só que nunca foi enxergada. E as vezes é tão fácil estar ao lado de um amigo, que nem percebemos em que momento começamos a gostar de permanecer perto, só que sabemos que não dá mais para viver sem ele.
E quando encontro um livro onde o autor consegue por uma humanidade incrível a uma amizade, então eu me derreto inteira. Óbvio que isso depende bastante de como o autor desenvolve sua narrativa, mas tem uma pitada de algo que sobrepõe as páginas dos livros. Como se os personagens respirassem sozinhos e tomassem decisões sem precisar de um narrador para isso.
Foi pensando em algo assim que resolvi trazer essa postagem contando quais as dez amizades que mais apreciou nos livros. Logicamente que deixei de lado alguns da minha infância, mas como a maioria é bem conhecido - por ser clássico infantil - então foquei mais nos modernos e nos inesquecíveis.