Resenha de "50 anos de Jornada nas Estrelas" (Edward Gross e Mark A. Altman)

Título: 50 anos de Jornada nas Estrelas
Autor: Edward Gross e Mark A. Altman
Editora: Globo Livros
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Sinopse: Após seis séries de tv, treze longas e cinco décadas como ícone da cultura pop, Jornada nas estrelas se tornou uma das franquias mais duradouras e rentáveis de Hollywood. Na mesma época da estreia no Brasil de Star Trek: Sem fronteiras, nova adaptação para os cinemas, a Globo Livros lança o primeiro volume de 50 anos de Jornada nas estrelas. A coleção reúne histórias de bastidores narradas por pessoas diretamente ligadas à série, como seu criador Gene Roddenberry. Repleto de revelações surpreendentes, cartas, roteiros alterados e memorandos trocados entre a equipe, este primeiro volume aborda o período que vai da criação do conceito da série original estrelada por William Shatner e Leonard Nimoy até os anos seguintes ao seu cancelamento.
Jornada nas Estrelas foi uma das primeiras séries a debater questões como política e injustiça social e foi também uma das primeiras a apresentar um elenco multicultural e multirracial. Talvez por isso a série tenha conquistado uma legião de fãs apaixonados, que inclui nomes que vão de Martin Luther King Jr. a Barack Obama, de Angelina Jolie a Eddie Murphy. Para mostrar como o lendário piloto lendário criado por Roddenberry vendera há cinco décadas viria a se tornar uma franquia que impactou o mundo, dois dos maiores especialistas mundiais em ficção científica, Edward Gross e Mark A. Altman, conversaram com profissionais e personalidades que tornaram esse fenômeno possível. Além do genial criador de Jornada nas estrelas, a dupla ouviu produtores de cinema e tv, executivos de emissoras de televisão, roteiristas, diretores como J. J. Abrams Philip Kaufman e Robert Wise, e membros do elenco, como William Shatner, Leonard Nimoy e Nichelle Nichols, que interpretaram respectivamente os lendários capitão Kirk, sr. Spock e tenente Uhura.
Dedicado tanto aos fãs da franquia e aos apaixonados pela cultura pop quanto àqueles que querem conhecer um pouco mais sobre os surpreendentes bastidores das produções hollywoodianas, 50 anos de Jornada nas estrelas é a coleção definitiva sobre uma série que se tornou objeto de culto e um verdadeiro mito contemporâneo.

Se vocês me acompanham há algum tempo sabem o quanto sou apaixonada por todo esse universo ficcional intergaláctico. Comecei com Star Wars, e quando ele não me foi mais suficiente, pulei também para Star Trek. E ainda que as pessoas falem da semelhança ou da cópia que o segundo é em relação ao primeiro, vejo particularidades em Jornada nas Estrelas que não via em Guerra nas Estrelas, e vice e versa. Cada um tem o que contar para seu público. Amo absurdamente ambos, e quando estou procurando algo bem mais leve e que sei que não vai me cansar, é em Jornada que aposto. 

Quando a Globo surgiu com a ideia desse livro, eu já estava em êxtase. Não morro de amores por livros que são histórias não autorizadas sobre filmes ou séries. De alguma forma me sinto lendo algo que não posso exatamente confiar, e esse é o único motivo que me fez tirar uma estrela do livro. Enquanto fã eu quero a verdade, e me pergunto o quanto tem de floreio por parte de quem o organizou. 

Não é um livro para você que quer começar a entender Jornada nas Estrelas. Realmente acredito que vocês devam começar pela série clássica, passar para as posteriores e só assim tentar um livro sobre bastidores. Afinal, é um livro para fãs. Para pessoas que querem expandir os conhecimentos acerca da série. 

Se você tem problemas com a falta de tecnologia e ritmo dessas séries mais antigas, como eu tive com as primeiras temporadas de Doctor Who e o próprio Jornada nas Estrelas, então comece pelos filmes mais recentes, que seriam o Star Trek de 2009, o Star Trek Into Darkness de 2013 e o Star Trek Beyond de 2016. Se você gostar dos filmes, aí sim recomendo ir para as séries clássicas e livros, porque já estará encantado pelos personagens e todo o universo da Frota Estelar. 

Esse livro comemorativo dos 50 anos de Jornada é voltado exclusivamente para fãs e vai contar com diversos relatos da equipe que participou da série. Relatos curtos, e isso talvez tenha me irritado um pouco. Quando parecia que eu estava envolvida numa entrevista, mudava para a de outra pessoa, que tinha uma perspectiva diferente dos acontecimentos. É legal ver como as ideias se cruzam e se afastam acerca de um filme de ficção na década de 60, onde a corrida espacial estava no meio de uma guerra fria entre os EUA e a União Soviética. Até o fato de ter como um dos protagonistas um russo, o Chekov, gerou uma certa polêmica na época, e até isso está ali subtendido nas entrelinhas das entrevistas. 

O cinema de alguma forma tem um pé muito forte na política. Veja que quando algo grande está acontecendo no mundo, os cineastas usam isso como ponto de partida para criar histórias que certamente puxarão um grande público interessado naquilo. Seja nas duas grandes guerras, na guerra civil americana, no atentado ao World Trade Center... Tudo de grandioso na nossa história gera um conteúdo cinematográfico, e isso não foi diferente na criação de Jornada nas Estrelas. 

Para os fãs, eu recomendo a leitura e até como parte do acervo de coleção. Não é totalmente informativo, mas tem fatos interessantes que eu, como fã, gostei muito de ler sobre. 

Resenha de "A Fúria e a Aurora" ( Renée Ahdieh)

Título: A Fúria e a Aurora
Autor: Renée Ahdieh
Editora: Globo Alt (Cedido em Parceria)
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Sinopse: Personagem central da história, a jovem Sherazade se candidata ao posto de noiva de Khalid Ibn Al-Rashid, o rei de Khorasan, de 18 anos de idade, considerado um monstro pelos moradores da cidade por ele governada. Casando-se todos os dias com uma mulher diferente, o califa degola as eleitas a cada amanhecer. Depois de uma fila de garotas assassinadas no castelo, e inúmeras famílias desoladas, Sherazade perde uma de suas melhores amigas, Shiva, uma das vítimas fatais de Khalid. Em nome da forte amizade entre ambas, Sherazade planeja uma vingança para colocar fim às atrocidades do atual reinado. Noite após noite, Sherazade seduz o rei, tecendo histórias que encantam e que garantem sua sobrevivência, embora saiba que cada aurora pode ser a sua última. De maneira inesperada, no entanto, passa a enxergar outras situações e realidades nas quais vive um rei com um coração atormentado. Apaixonada, a heroína da história entra em conflito ao encarar seu próprio arrebatamento como uma traição imperdoável à amiga.
Apesar de não ter perdido a coragem de fazer justiça, de tirar a vida de Khalid em honra às mulheres mortas, Sherazade empreende a missão de desvendar os segredos escondidos nos imensos corredores do palácio de mármore e pedra e em cenários mágicos em meio ao deserto.

Livros que falam sobre o deserto? É comigo mesmo!

Quando a editora Globo liberou pedido para os parceiros, o primeiro livro que pensei foi em A Fúria e a Aurora. Primeiro que essa capa é muito delicinha, depois que esse título é incrível. E por último saber que ele é baseado na história da Sherazade, e que tem Khorasan como cidade base onde a história se desenrola. Porque ainda que hoje em dia a cidade seja mais escombros do que qualquer outra coisa, um dia ela foi uma cidade suntuosa, e gosto de imaginar que ela continua assim. Sonhar não custa nada. Ainda. 

Então temos aquela história base que é tão comum. Tem esse Califa, o Khalid, que mata todas as esposas com que se casa, e ninguém sabe exatamente o motivo. E quando isso acontece com a melhor amiga de Shazi, Shiva, ela resolve enfrentar o cara, casando com ele. A ideia de Shazi é matá-lo, mas acaba que isso passa a ser um pouco mais difícil do que ela imaginava. E por isso as histórias... um modo de fazer com que Khalid se entretenha e a mantenha viva por mais uma noite. Ela sempre precisa de mais uma noite.

Do outro lado temos Tariq, o amor de infância de Shazi, que ao descobrir que ela se casou com o Califa, move mundo e fundo em busca dos inimigos de Khalid, orquestrando uma revolta popular. Tudo para resgatar sua Shazi antes que ela acorde morta. 

Ok, não posso dizer que é um livro totalmente sem falhas. Na verdade é um livro cheio dela, mas tem coisas tão incríveis nele que os problemas meio que ficam por debaixo dos panos. Á margem das boas ideias da autora. 

Renée deu uma boa explicação para as mortes provocadas pelo Califa. Você vê desde o início do livro que nada daquilo é exatamente culpa dele, mas não se sabe como ou o porquê. Isso a gente só vai descobrir lá para o final, e ainda que não seja um motivo super inteligente, ele é bom. É meio que compreensível. 

Claro que a autora quer pintar um príncipe de contos de fadas com Khalid, e isso foi meio irritante. Não dá para ser bonzinho o tempo todo, e depois de tudo o que o cara já passou, é até compreensível que ele seja mau em alguns momentos.  Então eu senti falta disso. O cara parecia um cachorro assustado em metade do tempo, e no outro fazia birra igual criança. Ah, vá! Não, né, amigo! 

Shazi também teve seus problemas. Por exemplo, se casar com um cara que mata as mulheres pela manhã sem um único bom plano de como matá-lo, que era a princípio o que ela foi fazer no palácio. Tudo bem que a garota só tem dezesseis anos e isso conta contra ela. Meninas são impulsivas e Shazi é exatamente assim. E ainda que tenha comportamentos por vezes infantis, nota-se que ela é uma rainha que super corresponde ao que o cargo espera dela. 

O relacionamento deles me pedia mais. Quando Khalid confessa o motivo de ter mantido Shazi viva desde a primeira noite, eu não engoli. Não dá para explicar muito por aqui, mas parecia redondinho demais, e não curto quando as coisas parecem montadas para aquilo. 

Sabe-se que Sherazade ficou viva aquelas mil e uma noites por conta do curiosidade do rei acerca de suas histórias, e em A Fúria e a Aurora a gente tem uma explicação até freudiana para isso. A mãe de Khalid lhe contava histórias quando era criança, e pela forma bruta com a qual ela morreu, Khalid absorveu tudo da sua infância que tinha relação com ela e transformou nos pontos fracos da vida adulta. Entendo isso e acho perfeito. Pena que nesse livro a parte das histórias seja tão superficial. Queria mais. 

Esse é o primeiro livro da série. E realmente ele acaba com muita coisa para acontecer. Sinto que o próximo será tipo "UOU". Gostei desse, com as ressalvas de uma pessoa extremamente chata:Eu. Mas o próximo promete bastante, e estou maluca para ver como aquele monte de problemas vai se resolver. 

Resenha de "As Letras do Amor" (Paula Ottoni)

Título: As Letras do Amor
Autor: Paula Ottoni
Editora: Novo Conceito
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Sinopse: Bianca acabou de largar um curso de graduação de que não gostava, seus pais vão se divorciar e seus irmãos pequenos estão cada dia mais barulhentos. A oportunidade perfeita de escapar surge quando seu namorado, Miguel, resolve ir a Roma abrir uma empresa para o pai. Bianca decide que aprender italiano, arrumar um trabalho temporário e ajudar Miguel em seu negócio será um bom começo. O que parecia um sonho, porém, torna-se uma incerteza ainda maior quando Miguel fica sempre fora de casa, os empregos de Bianca não duram mais que uma semana, e, cada dia mais próxima de Enzo – o melhor amigo de Miguel, com quem moram –, ela começa a questionar seus sentimentos.

Depois de semanas tentando acabar um livro tão curto, cheguei a conclusão de que ele, apesar de fofo em alguns momentos, não é para mim. Ou melhor dizendo, não é para o meu tipo de perfil literário. 

Entenda que não tenho problema algum com livros mais jovens, com temáticas mais jovens. Já li muitos e sou apaixonada por vários. Acredito que o problema seja quando um livro mais jovem não te deixa uma sensação de aprendizado, de que algo ficou. Ai sim fico achando que perdi meu tempo, e detesto descobrir que perdi meu tempo. 

O livro vai contar a história de Bianca, uma jovem adulta que está em uma fase confusa. Os pais prestes a se divorciar e ela que não sabe o que quer da vida profissionalmente. Largou a faculdade e está em busca daquilo que lhe servirá para o futuro. 

No meio dessa confusão temos Miguel, o namorado, que está prestes a embarcar para a Itália e colocar para frente o projeto de uma extensão do comércio do pai. Vai passar uns meses com Enzo, um amigo, e chama Bianca para ir com ele. 

Pensando que isso pode ser um bom ponto de partida para entender o que quer para sua vida, Bianca arrisca e vai. Só que o que poderia ser a solução dos seus problemas, é na verdade a criação de um outro, porque Enzo está lá, e é nerd, lindo, e atencioso demais para não ser notado. 

Então, um triângulo amoroso. Confesso que não é dos meus temas prediletos, apesar de amar alguns livros onde eles aparecem. Mas os livros que gosto onde aparece essa temática, são tão fantasticamente bem construídos que não sinto como se a situação fosse uma forçada de barra do lado do autor para conquistar um determinado público. Não que seja o caso desse livro, até porque essa indecisão de Bianca está nítida até na sinopse da história, então não foi forçado.

Só que não vi poder nas atitudes dos personagens, saca? Não vi determinação em Bianca, achei o Miguel um idiota pela cegueira em frente aos acontecimentos que estavam se desenvolvendo a sua volta, e achei Enzo um completo imbecil por não ter ido lá e feito o que era para ser feito antes de tudo virar uma bola de neve em cima da garota. Qual é, amigo?! Você criou a situação também, não enrole! O amigo é seu, cara! Vai lá e conversa de boa! Mas ele fez isso? Nãaoo! Deixou para a indecisa em grau maior. Aff

Já deu para notar que foi um livro que me deixou nervosa em muitos sentidos, né? Pelas atitudes sem lógica dos personagens ou pela falta delas. Eu sou muito fixa nas minhas ideias, e quando eu me jogo eu vou de verdade, e ler sobre personagens que ficam arrodeando uma situação X e não a enfrenta me irrita imensamente. 

Acho que era um livro que poderia ter sido mais. Ter tido mais. A ideia é boba e clichê, mas ela funciona para um determinado público. E como disse lá em cima, eu até gosto do tema, quando ele é bem trabalhado e os personagens tem atitudes, e não ficam chupando manga e vendo o sol nascer quadrado. 

Talvez um livro para uma menina mais nova. Comigo não rolou, e não vejo isso com uma culpa totalmente do livro, mas da minha personalidade forte tendo que ler coisas aparentemente rasas para a minha idade. 

Resenha de "Essa Luz Tão Brilhante" (Estelle Laure)

Título: Essa Luz Tão Brilhante
Autor: Estelle Laure
Editora: Arqueiro (Cedido em Parceria)
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Sinopse: O pai dela surtou e foi internado. A mãe disse que ia viajar por uns dias e nunca mais voltou. Wren, sua irmãzinha, parece bem, mas já está tendo problemas na escola. Lucille tem só 17 anos, e todos os problemas do mundo. Se não conseguir arrumar um emprego para pagar as contas e fingir para os vizinhos que está tudo em ordem, pode perder a guarda da irmã. Sorte a dela ter Eden, uma amiga tão incrível que se dispõe a matar aulas para ajudá-la. Azar o dela se apaixonar perdidamente justo agora, e justo por Digby, o irmão gêmeo de Eden, que é lindo, ruivo... mas comprometido.Essa luz tão brilhante é a história de uma garota que descobre uma grande força dentro de si enquanto aprende que a vida e o amor podem ser imprevisíveis, assustadores e maravilhosos – tudo junto e misturado.


Pedia mais. Foi tudo o que consegui pensar ao acabar essa leitura. Uma história com uma ideia simples, mas eficiente para o público ao qual ela se destina, que acabou pecando por falta. Faltava aquele algo mais que me encanta em livros YA. Ou o problema é realmente comigo e todo o dramalhão que gosto de encarar a vida. 

Lucille não é das protagonistas mais incríveis, mas dou o braço a torcer pela perseverança dela em se manter tomando conta de tudo quando a mãe some pelo mundo, após o pai ser internado em um hospital psiquiátrico. 

Como é de menor, e tem uma irmã pequena, a menina morre de medo de que se a assistência social bater no lugar, acabem separando as duas e deixando um lar mais desestruturado do que já está. 

Por causa disso Lucille se vira em mil para fazer as coisas funcionarem, arranjando até um trabalho em meio expediente para manter as contas da casa, já que a mãe, em sua completa maluquice, não deixa qualquer suporte para as meninas se manterem sozinhas. 

Ai entra a melhor amiga, Eden e o irmão lindo dela, Digby, que ajudam Lucille ficando com a irmã quando a garota precisa ficar até mais tarde no trabalho - que é sempre. Só que você manter uma vida de adulto quando não tem estrutura psicológica para isso é bem complicado. O que acaba exigindo muito da própria Lucille enquanto adolescente em relação as amizades, aos sonhos, as paixões...

De modo geral é um livro bom, para algo tão fininho. A estrutura da trama te envolve com facilidade, e é difícil largar antes que chegue a última página. Acho que me senti presa a todo momento pensando se a mãe de Lucille voltaria, se o pai daria um suporte ou para descobrir quem andava abastecendo sua geladeira e arrumando a casa na surdina. São os detalhes que te prendem, e eles são bacanas de acompanhar. 

Eu tinha tanta raiva da mãe de Lucille o tempo todo, que sinceramente se fosse eu no lugar dela, nunca mais iria querer olhar na cara dessa criatura. Que ser mãe é difícil e as vezes dá vontade de sair correndo, isso eu sei. E como sei! Mas independente de qualquer coisa, são crianças que dependem de você. Tire um dia de folga, ou até uma semana. E se realmente não conseguir aguentar o tranco, passe a responsabilidade para alguém que possa. Mas abandonar duas meninas sozinhas é desumano. 

A empatia que criei com Lucille vinha muito da pena. Ela me irritava em muitos momentos. Era meio cega para coisas óbvias e descontava a frustração em coisas não tão óbvias. E tudo bem porque a menina foi abandonada a própria sorte, mas isso era um traço irritante nela. Nada que tire a magia do livro, mas irritava. 

Tive uma verdadeira paixão por Wren e Digby. Pela infância pura da garotinha, ainda que a a vida tenha lhe dado muitas rasteiras, e pela auto confiança do carinha lindo, que sempre estava disposto a ajudar. 

Claro que muitas das coisas que acontecem nesse livro são surreais. A facilidade com a qual Lucille conseguiu emprego e ganhava gorjetas tão boas. As amizades que pareciam brotar para ela mesmo sem pedir, e o anjo secreto que arrumava sua casa, cortava sua grama e abastecia sua geladeira. Fico pensando como teria sido se Lucille não tivesse tido toda essa ajuda. Não teria, né?

Adolescentes criando crianças, que criam bebês é uma coisa tão comum no Brasil que eu não via como algo tão anormal. Isso é o que mais existe por aqui, e nenhuma assistência social pode dar jeito na quantidade de abandonos. Saber dessa situação social nacional não faz eu gostar dos pais brasileiros por abandonar seus filhos. Em alguns casos eu penso que é até melhor, sabe. Eu já vi muitas atrocidades com crianças porque crianças resolveram ter crianças e não sabem lidar com a vida após isso. Eu tenho trinta anos e tem dias que quero simplesmente morrer de tão cansada e impaciente que fico. 

O final pedia um pouco mais. Algumas explicações que não foram dadas, e pequenos detalhes que a autora deixou passar. Na verdade penso que era um livro que pedia um epílogo. Ficou aquela coisa no ar sobre a mãe de Lucille, e realmente eu teria ficado bastante irritada se o que deixou no ar realmente acontecesse. Não sou uma especialista em coisas irremediáveis, mas nesse caso a pessoa teria que comer muita poeira para que eu aceitasse novamente. 

Recomendo sim, viu gente? É um livro pequeno, mas redondinho no essencial. Pode ser que deixe a desejar em vários quesito e que você vá esquecer a história depois de um mês de leitura, mas algo fica, como dizia minha avó. E ele tem essa coisa que permanece depois da última página. 

Do que você sente medo?


Depois de anos assistindo filmes de terror — os bons e os péssimos — cheguei à conclusão de que o medo é um sentimento altamente subjetivo. E em que momento consegui chegar a essa definição? Depois de ler IT.

Quem ainda não leu o livro de King e não tem medo de palhaços, pode achar a ideia do livro uma completa babaquice. Confesso que até eu em algum momento, muitos anos atrás, cheguei a pensar algo parecido.

Acontece que só depois que você lê a proposta do autor é que entende que aquele palhaço é uma alusão ao medo de maneira geral. Que ele apresenta-se daquela forma porque muitas crianças tem medo da figura do palhaço, e os protagonistas do livro são crianças inicialmente.

É tanto que em muitos momentos da história Pennywise assume as mais variadas formas, dependendo de quem ele quer atingir. E isso é uma puta sacada do autor, porque o medo assume formas diferentes para pessoas diferentes.

Quando eu era criança tinha um medo ridículo de bonecas no meu quarto. Fazia minha mãe tirar a caixa inteira com todas antes de dormir. Achava que no escuro elas me espiavam e que a qualquer momento pulariam em mim. Não tinha medo de palhaços ou monstros no guarda-roupa, mas bonecas eram o meu pesadelo.

Devo isso a muitos dos filmes de terror da década de 80/90. Bonecos assassinos, brinquedos assassinos e vários outros títulos desse tipo que me aterrorizavam. Eu era a garotinha que assistia A Profecia bocejando, mas detestava o Chuck com todas as minhas forças.

Não sei se vocês lembram, mas foi também nessa mesma época que começaram aqueles boatos sobre a boneca da Xuxa ser amaldiçoada – eu tinha uma – e de que Fofão vinha com facas e objetos cortantes dentro – também tinha um.

E o que Carol fez? Doou – caridosamente – todos os seus bonecos na comunidade em que morava. Lembro que minha mãe quase comeu o meu fígado, e precisou de um dia inteiro catando as crianças da rua a quem eu tinha doado os brinquedos, para pegá-los de volta.

Hoje em dia o meu pavor são filmes sobre fantasmas. E não estou falando de algo do tipo Os Caça-Fantasmas, mas coisas no estilo Invocação do Mal. Mas como sempre fui uma criança que adorava filmes de terror, eu continuo uma adulta que adora, só não tem mais coragem de assistir sozinha. Ou de noite. Em resumo, fiquei uma medrosa que precisa de uma sala cheia de gente para conseguir ver O Chamado sem me esconder embaixo do travesseiro.

Por outro lado, tenho um amigo que mora numa casa super macabra, sozinho, e que só assistia a esse tipo de filme de noite. Sempre viu todos de boa, até ter o primeiro contato com o filme O Grito. Depois disso ele nunca mais assistiu. Pessoalmente acho o filme patético, mas atingiu ele de uma maneira particular que o deixou aterrorizado.

Às vezes é uma questão de afinidade com a trama, com a personagem ou a construção de um enredo de maneira geral. Eu tenho esse pavor imenso de fantasmas porque minha família tem uma história amedrontadora de acontecimentos bizarros e que é sempre pauta das reuniões familiares. Quantas vezes vi minha mão conversando sozinha? Sim, ela não estava sozinha. Só que EU não conseguia ver o que ela via.

Quantas outras vezes eu sentia alguém mexendo no meu cabelo e não tinha ninguém. Sentia cheiros que não sabia de onde vinham. Ouvia sons impossíveis de existirem naquele momento. Apesar de ser uma das únicas da família que passa longe da mediunidade no quesito ver e falar, eu fico próximo nas outras partes sensoriais. E isso me assusta. O que não posso ver me assusta, e sempre digo aos fantasminhas da minha casa - que minha mãe diz serem muitos e adorarem meu quarto – que se for de aparecer, não venham no susto nem com música de filme de terror.

Já minha mãe, que é super corajosa para essas coisas, morre de medo de baratas. Sim, aqueles bichinhos asquerosos que – de acordo com ela – são mutantes que vieram para dominar a Terra. Eu, por outro lado, sou a Caça-Baratas da minha casa.

Viram só como o medo é subjetivo?

Cada pessoa tem o seu fraco, e isso depende do momento de vida que está vivendo, do meio cultural ao redor, e dos acontecimentos que marcaram. Às vezes um trauma de infância marca para o resto da vida, e às vezes um acidente na vida adulta faz com que você tenha trauma de viagens de carro ou de altura.

O fato é que o medo é pessoal. Em alguns momentos é intransferível, e tem deles que podem ser transmitidos para outras pessoas num determinado momento. Como uma cena bizarra de Jogos Mortais, ou A Noite dos Mortos Vivos, onde uma situação leva a um medo generalizado.

Por isso o palhaço de It é incrível, a meu ver. Porque assume diferentes formas de acordo com a necessidade do susto. Eu enfrento um palhaço de boa se ele não vir escondido embaixo de um lençol como em O Sexto Sentido, ou sair sussurrando pela casa... Caroliiiiinee!

Abaixo segue uma lista de livros selecionados por mim, do catálogo da DarkSide Books, para diferentes tipos de medo. Se você for uma pessoa corajosa, vai enfrentar o diabo do medo e se aventurar justamente no SEU tipo de medo! Se você for igual a mim, vai enfiar a cabeça no travesseiro e chorar feito um bebê. 

E ai... que tipo de pessoa é você? E do que você mais sente medo?

O Além...




Horror com crianças...


            O Menino que desenhava Monstros  Menina Má   Os Gonnies - Não é terror, mas vai que...


Filmes que arrepiam...


                      Os Pássaros  Donnie Darko   O Massacre da Serra Elétrica  Hellraiser  
                        Sexta-Feira 13    Tubarão     A Noite dos Mortos Vivos      Psicose

Resenha de "George" (Alex Gino)

Título: George
Autor: Alex Gino
Editora: Galera Junior (Cedido em Parceria)
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Sinopse: Seja quem você é. Quando as pessoas olham para George, acham que veem um menino. Mas ela sabe que não é um menino. Sabe que é menina. George acha que terá que guardar esse segredo para sempre: ser uma menina presa em um corpo de menino. Até que sua professora anuncia que a turma irá encenar “A teia de Charlotte”, e George quer muito ser Charlotte, a aranha e protagonista da peça. Mas a professora diz que ela nem pode tentar o papel porque... é um menino. Com a ajuda de Kelly, sua melhor amiga, George elabora um plano. E depois que executá-lo todos saberão que ela pode ser Charlotte — e entenderão quem ela é de verdade também.




É certo que se uma pessoa passa a vida escutando que ser diferente é errado, ainda que não pense igual, ela vai analisar com um certo estranhamento quando alguém diz que é diferente. Não tem jeito, as coisas são exatamente dessa forma! Claro que nada pode ser tão preto no branco, mas quando você cresce em um meio cultural, ele se agarra a você de maneira às vezes irreparável. 

Quando eu terminei de ler George, pensei em uma série de crianças que também poderiam ler esse livro e que em algum momento no futuro vão lembrar dele e encarar com menos estranhamento ser diferente. Afinal, diferente e igual é apenas uma questão de ponto de vista. 

Se você, como criança, ler livros desse tipo ainda na fase de formação de suas ideias, certamente que ESSA ideia vai permanecer em você e ajudá-lo a fazer com que seja uma adulto questionador e flexível. Eu leria - e lerei - esse livro para os meus filhos justamente porque quero que eles conheçam o mundo e tenham suas próprias ideias sobre o que é ser normal. 

Ler George, para mim, foi muito mais do que ler uma história boba, porque no final das contas é uma história simples. Eu analisei como mãe, e o coloquei no patamar do início de uma nova era. Uma era de pessoas que veem o errado e o certo de maneira mais pura e limpa, e não movido ao que os adultos que o cercam pensam sobre as moralidades do mundo. 

Matar e roubar para mim são coisas erradas. Ter uma opção sexual diferente, ou uma cor de pele diferente, não. E a forma como a autora abordou essa "diferença" do personagem na história é bonito justamente por ser simples. Uma menina que nasceu em um corpo de menino, e ponto. Não tem muita coisa dramática nisso, e é bom analisar essa estrutura de personagem com uma ótica simples. 

A forma como o livro é conduzido é interessante. Desde o início os pronomes e artigos que se referem a George são femininos, mostrando que é exatamente dessa forma que o personagem se enxerga. E isso até para o leitor é reconfortante. Não há uma dúvida por parte dele/ela. Então não há porque existir uma dúvida por parte de quem está lendo. 

Ainda que tenha pensando que alguns momentos foram meio forçados, acredito que eles foram necessários para o público ao qual George se destina. E só por levantar uma questão tão importante e latente na sociedade hoje em dia, e ocultada das crianças pelo "estranhamento" que ela gera nos adultos, eu acho que esse livro vale ouro. 

Simples, singelo e de bom tom. Uma bela pedida para ser trabalhada nas escolas e com seus filhos em casa. 

Por um mundo com mais livros como George e por mais crianças flexíveis e menos preconceituosas. 

E-book grátis de A Mais Bela Melodia

Olá, gente!

Hoje eu vim aqui fazer uma pequena propaganda pessoal. 
Como muitos de vocês sabem, eu tenho um pé na escrita ENORME! E apesar de não ser uma escritora assídua - gostaria muito de conseguir - quando eu termino alguma coisa eu realmente acredito que ela deva ser compartilhada com o mundo. Afinal, ninguém faz literatura para ficar guardada na gaveta de casa. 

Acredito que muitos de vocês já tenham visto inúmeras referências ao livro A Mais Bela Melodia por aqui. Mas, para aqueles que ainda não viram, eis uma breve explicação: 

A Mais Bela Melodia é um livro sobre adolescentes, mas pelo cunho meio pesado de alguns temas eu costumo dizer que ele fica no limite entre o YA e o New Adult. 
Não foi pensado como uma trilogia, mas quando terminei de escrever percebi que tinha feito uma bíblia, então reparti o livro em três partes, usando as marcações temporais da história, e disponibilizei as duas primeiras na Amazon. 
Ah, importante lembrar que ele começou como um laboratório no Wattpad. Só ai tive certeza de que conseguia fazer isso, e botei quente para terminá-lo. 

E porquê eu estou falando sobre algo que já está finalizado há mais de um ano? Por que depois de tanto tempo o terceiro volume finalmente vai ser disponibilizado na Amazon! E mais... os dois primeiros estarão gratuitos por três dias inteirinhos, a contar de hoje. 

Então, para aqueles que curtem um bom romance, chegou a hora de baixar para seu leitor digital - que pode ser um e-reader, tablet, celular ou computador, o livro da amiguinha aqui e compartilhar essa informação com o mundo! rsrs

Vamos conhecer mais um pouquinho da história?



Sinopse: A história de Lorena e Klaus se passa em Esperança, uma cidade pequena, onde vivem entre as desavenças na escola e conflitos pessoais, levando uma cidade inteira a presenciar os escândalos de uma adolescente rebelde e seu rival popular e repleto de amigos.Um festival de música faz com que essa dupla seja envolvida no enredo da história, levando-nos a questionar os densos conceitos de amor, amizade e família. A vida pode ser complicada, as vezes, mas é preciso decidir primeiro o quão longe você pode ir por amor. E o quão você está disposto a perder para ganhar. Até onde uma amizade pode ir para beneficiar o outro. Descubra que nada é tão certo e determinante quanto nossos erros e, as consequências das escolhas que fazemos por acreditar neles. Um livro que o fará prender o fôlego e se emocionar com os personagens do início ao fim.


Trechos de resenhas de A Mais Bela Melodia:

"É um batalhão de emoções a cada linha. Apesar de adolescentes, os dramas passados por eles são muito pesados, e o amadurecimento dos personagens no decorrer da história, é evidente.E a relação do grupo com a música, torna a história mais emocionante e inesquecível.Um universo tão sensível e real, que os personagens se misturam à nossa realidade, ganhando vida quando falamos e pensamos sobre eles.Não sei expor em palavras os sentimentos que tive e tenho a cada vez que leio o livro.A história me pegou de jeito!!" Blog: A Culpa é dos Leitores

"Foi uma narrativa que me prendeu, que me fez sofrer com os personagens e me fez torcer por eles. Eu fui cativado a cada capítulo que passava, e quando dei por mim, estava perdidamente apaixonado por todos os aspectos desta história - mesmo os mais tristes. Quando o livro chegou ao fim, eu percebi que a Carol me levou por uma jornada tão impressionante que fiquei sem palavras. Eu realmente conheci a vida de Lorena e Klaus, e não estava preparado para os acontecimentos impactantes das últimas páginas."Blog: Na Minha Estante

"Não há vislumbre maior de fantasia do que um livro, quando apenas um único livro, é capaz de levar você a lugares que nunca visitou. E A Mais Bela Melodia faz isso com propriedade. Te insere em conflitos muitos sérios da existência humana."Blog: Universo das Garotas

"Na verdade acho que foi por isso que mais me emocionei, a simplicidade que a Carol escreve, de um jeito que tira sorrisos e lágrimas ao mesmo tempo, é algo tão incomum de se encontrar que acabamos adorando. Não precisou de mortes para a autora quebrar meu coração de um jeito que (podem me chamar de louca ) fez eu me sentir feliz. O realismo retratado em cada capitulo, os temas polêmicos abordados por suas próprias vítimas que faz com que a gente reflita."Blog: Recapitulando

"... de uma coisa nós, todas que lemos, podemos concordar, é do primeiro ao "ultimo" capitulo que você se sente perdidamente, loucamente apaixonada por cada personagem, cada defeitos, qualidade e se vê perdida sem o AMBM." Página 394


E abaixo alguns quotes do livro em forma de imagem:













O livro do meio, que tem o nome Doze Anos Entre Notas, também vai ficar disponível por três dias gratuitamente. Ambos vão de hoje, 11/10 até quinta, 13/10. 
Então se você tem interesse em ler a história, dá uma passadinha na Amazon e baixe ambos! E se puder compartilhar com os amigos que também são adeptos a leituras digitais, corre para avisar!
E podem aguardar que ainda esse mês a última parte vai estar disponível por lá também, e daí eu venho comentar aqui com vocês.


Links para baixar os livros: A Mais Bela Melodia
                                             Doze Anos Entre Notas


Projeto de Leitura #IrreparavelLendoSherlock


Olá, gente!!
Pois é, Carol acabou se rendendo a um projeto de leitura. Quem sabe dessa forma não começo a tirar o pó de livros que quero ler há bastante tempo e sempre fico procrastinando?!

E para começar, vamos com o maravilhoso Sherlock Holmes.

Li alguns contos de Sherlock na época da escola, em umas versões bem simples - e provavelmente incompletas - que achava em locadoras de livros. Lembro que adorava, e esse amor cresceu exponencialmente quando lançaram a série Sherlock, que é sublime, perfeita, maravilhosa e minha série predileta no universo. <3




Então bem recentemente comprei o box com a obra completa da editora Harper Collins. O box é a coisa mais thuca do mundo, e ele já te entrega as histórias em uma ordem tranquila de ser lida.








ORDEM DE LEITURA DE ACORDO COM O LIVRO:

VOLUME 1
Um estudo em vermelho (romance)
O sinal dos quatro (romance)
As aventuras de Sherlock Holmes (contos)

VOLUME 2
Memórias de Sherlock Holmes (contos)
O cão dos Baskerville (romance)

VOLUME 3
A volta de Sherlock Holmes (contos)
O vale do medo (romance)

VOLUME 4
Os últimos casos de Sherlock Holmes (contos)
Histórias de Sherlock Holmes (contos)

Mas eu resolvi que queria minha própria ordem, seguindo primeiro os romances, depois os contos. E dessa forma foi que dividi. Como cada livro de contos tem em média uns oito a doze, coloquei quatro por momento, mas isso não quer dizer que lerei partido, só que os vídeos serão apenas com aquele conteúdo escolhido.
Abaixo segue a minha divisão, respeitando a ordem de publicação dos romances, e posteriormente dos contos.


Esse projeto terá como conteúdo resultante os vídeos no canal. Então quinze vídeos para quinze momentos.

Não colocarei datas para a publicação desses vídeos, mas tentarei pôr em média dois por mês. Sempre que ficar disponível no canal, eu postarei por aqui também. E se vocês quiserem ler comigo, serão muito bem vindos.

Abaixo segue link de compra do mesmo box que tenho em bons preços.

AMAZON:  Sherlock Holmes - Caixa
AMERICANAS: http://compre.vc/s/fbfa42fe

Simbora ler Sherlock, cambada! E não esqueçam de usar a hastag #IrreparavelLendoSherlock para que eu fique sabendo como vão as leituras de vocês. Quem sabe rola até um sorteio no final?! \o/

Lançamentos de Outubro do Catálogo Literário da Record

Esses lançamentos sempre me deixam BABANDO!
Confiram ai:



Título: Uma Vida Consciente do Tempo
Autor: Stephen R. Covey
Páginas: 176
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Sinopse: Os princípios sistematizados pelo Dr. Stephen R. Covey fornecem modelos simples, e facilmente incorporáveis à rotina, para atender a essa necessidade melhorando sua qualidade de vida e promovendo seu desenvolvimento pessoal. Praticando as ideias de Uma vida consciente do tempo, você deixará uma rotina atribulada e improdutiva e passará a valorizar suas prioridades, ganhando tempo para viver, tempo para amar, para aprender e tempo para deixar um legado.




Título: A Festa de Aniversário e o Monta Cargas
Autor: Harold Pinter
Páginas: 176
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Sinopse: Vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 2005, o dramaturgo, roteirista, poeta, ator, diretor e ativista político britânico Harold Pinter é um dos autores mais influentes do século XX. Nestas duas peças, escritas em 1957 e reunidas pela José Olympio nesta edição, ele bebe da fonte do teatro do absurdo de Beckett. “A festa de aniversário” é uma comédia com personagens marcantes e que aparentemente não têm motivação para agir da forma que o fazem; já “O monta-cargas” mostra o encontro de dois assassinos profissionais, que esperam as instruções para o próximo trabalho num quarto de hotel.




Título: Ronald Reagan
Autor: Bill O'Reilly
Páginas: 378
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Sinopse: Astro de cinema, governador da Califórnia por dois mandatos e 40º presidente dos Estados Unidos da América, Ronald Reagan foi ainda o líder responsável por derrotar o comunismo soviético e dar fim à Guerra Fria. Apenas dois meses após assumir a presidência, Reagan encarou a morte, depois que uma bala “destruidora” parou a poucos centímetros de seu coração. John Hinckley Jr., um fã lunático que queria impressionar a atriz Jodie Foster, foi o responsável pelo disparo que mudaria o mandato — e a vida — do presidente. A recuperação seria notável. Reagan foi forçado a enfrentar um desafio com que poucas pessoas já se depararam. Seria ele capaz de superar discretamente essa experiência traumática ao mesmo tempo em que cumpria os deveres da posição mais poderosa do mundo?
Neste livro, os renomados Bill O’Reilly e Martin Dugard apresentam todas as camadas de um dos mais populares presidentes norte-americanos, tecendo um relato épico sobre a chegada de Reagan ao poder — e sobre as forças que conspiraram para derrubá-lo. Um livro imprescindível para entender as ações de um indivíduo tão importante em tempos tão violentos.

Título: Quando as Pombas Desaparecem
Autor: Sofi OKsanen
Páginas: 350
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Sinopse: Neste novo romance, a escritora finlandesa, autora dos premiados “Expurgo” e “As vacas de Stalin” fala sobre os diversos lados da guerra.Em 1941, os primos Roland e Edgar lutam contra a violenta ocupação soviética na Estônia, e Juudit, a jovem esposa de Edgar, se vê entre os dois lados do combate, assistindo, desconcertada, ao júbilo da população com a chegada do Exército nazista. Enquanto ela duvida das intenções dos alemães e do futuro do próprio casamento, Roland luta pela independência do país e pelo povo estoniano.E Edgar se mostra bastante adaptável, sempre disposto a esconder o passado para ficar do lado vitorioso.



Título: Nosso Fiel Traidor
Autor: John Le Carré
Páginas: 350
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Sinopse: Livro que inspirou o filme estrelado por Ewan McGregor. O jovem casal britânico Perry e Gail – ele, professor universitário, ela, advogada – está de férias em um resort paradisíaco em Antígua. Eles pretendem tirar alguns dias de folga para jogar tênis, relaxar e descansar à beira-mar. Mas, ironicamente, se veem em meio a uma perigosa missão que os colocará frente a frente com um dilema ético. O casal acaba se envolvendo no plano do criminoso russo Dima, que pretende fazer um acordo com o Serviço Secreto britânico: entregar os nomes e os detalhes de um esquema internacional de lavagem de dinheiro, pelo qual é o “principal responsável”, e, em troca, será transferido para a Inglaterra, sob novo nome, com a família – uma mulher obcecada por santos e orações, uma linda jovem de 16 anos, os gêmeos pré-adolescentes e duas meninas recém-adotadas que tiveram os pais assassinados pela máfia russa. Dima se agarra ao jovem casal na esperança de que eles intercedam a seu favor em sua terra natal. E, com isso, Gail e Perry aceitam o difícil papel de ajudar a transferir a nada discreta família para um esconderijo temporário, tornando-se assim parte do árduo jogo de espionagem após a Guerra Fria.

Título: A Nona Vida de Louis Drax
Autor: Liz Jensen
Páginas: 238
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Sinopse: Livro que inspirou o filme estrelado por Jamie Dornan e Aaron Paul.Louis Drax não é um menino comum. Prestes a completar 9 anos, dotado de uma imaginação mórbida, Louis todo ano sofre algo terrível e misterioso que ameaça tirar sua vida. Sua mãe vive em pânico constante. Seu psicólogo se vê perplexo diante desse fenômeno. O garoto está sempre entre a vida e a morte.
Em um piquenique com a família, Louis acaba caindo de um penhasco. Dado como morto, volta milagrosamente à vida, mas entra em coma profundo. Sua única chance de recuperação é o Dr. Pascal Dannachet.
O caso do menino se torna um desafio para o médico, e ele logo se vê envolvido pelas intrigantes circunstâncias de seu acidente. Será que a queda foi mesmo acidental? Apenas Louis detém a resposta, mas ele não pode se comunicar. Ou pode?
Título: O Economista Clandestino Ataca Novamente
Autor: Tim Harford
Páginas: 308
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Sinopse: Em “O economista clandestino”, best-seller mundial, Tim Hardford buscou ver o mundo com os olhos de um microeconomista, considerando, por exemplo, como a economia doméstica poderia influenciar o âmbito mundial. Agora, em um planeta transformado pela crise, dedica-se a um quadro muito maior para nos ajudar a desvendar as complexidades das grandes economias globais. O que acontece com a inflação quando se queima 1 milhão de libras em notas? Por que até os campos de prisioneiros de guerra têm recessões? E por que a Coca-Cola ficou setenta anos sem mudar o preço da garrafa? Com humor afiado e clareza de especialista, Harford coloca de lado os jargões e revela como realmente funciona a economia mundial.


Título: O Grande Experimento
Autor: Marcel Novaes
Páginas: 238
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Sinopse: A revolução americana já seria uma das mais importantes da história mundial apenas pelo que representa para o estabelecimento e a difusão dos valores da liberdade individual e do estado de direito. No entanto, comparada às Revoluções Francesa e Russa, é de longe – e não sem significados – a menos conhecida no Brasil. Escrito por um brasileiro, Marcel Novaes, para o leitor brasileiro, este O grande experimento muda tal estado das coisas ao apresentar – de forma acessível, com bom-humor, no ritmo de um thriller – o fascinante desenrolar da criação dos EUA. Trata-se, aliás, de livro pioneiro aqui: inserido na bem-sucedida tradição nacional das obras de divulgação histórica, é o primeiro do gênero dedicado à história de um país que não o Brasil.

Título: Detox de Homem
Autor: Zoe Strimped
Páginas: 302

Sinopse: Detox de homem é um livro honesto e divertido para mulheres solteiras que precisam se desintoxicar de relacionamentos junk food. Influenciadas por séries como Sex and the City, as solteiras contemporâneas tendem a exagerar no sexo sem compromisso com caras que estão abaixo de seus padrões. O resultado: autoestima abalada e dificuldade em dedicar-se às questões prioritárias e a si mesmas. Neste livro Zoe Strimpel propõe uma série de atitudes que podem revolucionar sua maneira de ver a liberdade sexual e questionar o empoderamento obtido a partir de relacionamentos dispensáveis.




Título: O Filho de Machado de Assis
Autor: Luiz Vilela
Páginas: 128
Site da Record


Sinopse: Nesta trama intrigante, um professor universitário encontra evidências de que o escritor Machado de Assis — contrariando o que escrevera ao fim de As memórias póstumas de Brás Cubas — tem, de fato, um herdeiro. Com seu estilo enxuto e diálogos inconfundíveis onde quase somos capazes de ouvir os protagonistas em ação, Luiz Vilela prende a nossa atenção através das indagações do Professor Simão e de seu aluno, Mac, sobre a descoberta que poderá mudar para sempre o universo das letras e da literatura machadiana.





Título: A Tradutora
Autor: Cristovão Tezza
Páginas: 208
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Sinopse: Em seu novo livro, “A tradutora”, Tezza retoma da protagonista Beatriz, de “Um erro emocional”. No livro, o autor entrelaça lembranças da personagem, diálogos do presente e fragmentos da tradução que ela faz de um livro de um filósofo catalão, numa linguagem que funde os tempos na narração.“A tradutora” é um romance sofisticado, conduzido por um fio de leveza, humor fino e autoironia, em que encontramos Cristovão Tezza em pleno vigor de seu domínio narrativo – um livro que nos dá a sensação de vislumbrar a metade mais fascinante, complexa e misteriosa do universo humano: a feminina.”

Lançamentos de Outubro da Planeta

Hoje vamos dar uma olhada nos lançamentos da editora Planeta e seus selos.



Título: 33 REVOLUÇÕES E CINCO CONTOS 
Autor: Canek Sánchez Guevara


Sinopse: Em lançamento mundial, textos inéditos do neto de Che Guevara. Neto de Che Guevara, filho de militantes da extrema esquerda, Canek Sánchez Guevara (1974-2015) deixou inéditos poucos textos ficcionais, dentre os quais o breve romance e os cinco contos presentes neste volume, em que explicita seu desencanto com o legado do avô. O principal texto, 33 revoluções, é um relato singular sobre uma geração que se decepcionou com os ideais da revolução, um retrato mordaz do dia a dia na ilha e também uma ficção comovente sobre o despertar de um jovem, um cubano negro, filho de militantes como o autor. Depois da morte do pai, acusado de peculato, e da fuga da mãe para Madri, o rapaz se separa da mulher e passa o tempo na companhia de um vizinho russo, com quem descobre o prazer da leitura. Aos poucos, os livros abrem seus olhos para a disparidade entre a propaganda do partido e o cinza que o rodeia: a rotina de escritório, as queixas dos colegas, seus próprios pensamentos girando como um disco quebrado. O desapontamento cresce até o dia em que declara desinteresse em ser informante – e então os verdadeiros problemas começam.



Título: O IMPÉRIO DO OPRIMIDO
Autor: Guilherme Fiuza


Sinopse: Primeira ficção inédita do autor best-seller de Meu nome não é Johnny. O primeiro governo popular assume prometendo libertar o país da opressão dos ricos. Filha de um dos homens mais ricos do país, a jovem Luana Maxwell rompe com a família aristocrática no dia da eleição. Sufocada, aos 25 anos, ela sai de casa só com a roupa do corpo, afrontando duplamente o pai magnata: abre mão da herança da sua rede de hotéis e vai procurar a “vida real” ao lado dos adversários políticos dele. Sua ponte para o universo progressista é o advogado Beto Leal, seu professor de mestrado, por quem ela está fascinada. Beto acaba de criar uma ONG e Luana começa a trabalhar com ele no momento em que a organização conquista um contrato com o governo – graças ao publicitário Marivaldo Valadares, operador invisível do partido do novo presidente. Vendo o dinheiro cada vez mais abundante nas mãos dos defensores dos pobres, Luana Maxwell vai descobrindo seu novo mundo como uma Alice no país das maravilhas progressistas: o amor, a verdade e a solidariedade num balé alucinante com as verbas, os votos e o poder. Neste romance sobre a vida política no século 21, o jornalista Guilherme Fiuza levanta o véu das ideologias para exibir os personagens trágicos e cômicos que circulam no mercado da bondade.


Título: CONQUISTADORES, Como Portugal forjou o primeiro Império Global
Autor: Roger Crowley

Sinopse: Por que o Brasil não foi descoberto por acaso? Como uma nação pequena e pobre desfrutou de um século de supremacia marítima, descobrindo rotas e novas terras? A partir de cartas, documentos inéditos e testemunhos oculares, Roger Crowley conta a história da ascensão rápida e espantosa de Portugal ao poder. Considerado pelo jornal The New York Times um proeminente historiador da Europa dos séculos XV e XVI, Crowley revela que Portugal se valeu, principalmente, da ousadia e da habilidade de seus exploradores navegantes. A descoberta da rota para a Índia, a campanha de conquista imperial sobre os governantes muçulmanos e a dominação do comércio de especiarias ajudaram a forjar o primeiro império global. Em Conquistadores, o autor dá vida às personalidades que construíram o império português. Personagens como o rei Manuel, “o Venturoso”, d. João II, “o príncipe perfeito”, o saqueador governador Afonso de Albuquerque e o explorador Vasco da Gama misturavam suas ambições particulares com os objetivos públicos do império, muitas vezes sofrendo perdas espantosas em busca da riqueza global.


Título: A GUERRA DO PARAGUAI
Autor: Luiz Octavio de Lima


Sinopse: Um épico latino-americano de interesse universal. Maior confronto armado da história da América do Sul, a Guerra do Paraguai é uma página desbotada na memória do povo brasileiro. Passados quase 150 anos das últimas batalhas deste conflito sangrento que envolveu Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, o tema se apequenou nos livros didáticos e se restringiu às discussões acadêmicas. Neste livro, fruto de pesquisas históricas rigorosas, mas escrito com o ritmo de uma grande reportagem, o leitor poderá se transportar para o palco dos acontecimentos e acompanhar de perto a grande e trágica aventura que deixou marcas profundas no continente sul-americano. Por uma narrativa repleta de lances surpreendentes, desfilam não apenas os governantes e líderes militares dos países diretamente envolvidos no conflito, que em momentos alternados viveram papéis de heróis e vilões, como ganham luzes as ações e os dramas de figuras menos conhecidas, mas igualmente fascinantes: a ardilosa amante do líder paraguaio Solano López; religiosos implacáveis; combatentes submetidos a dores e privações; mulheres e crianças testadas no limite da bravura; e escravos que viram na guerra o caminho para a liberdade. O livro também se ocupa de discutir (e algumas vezes desfazer) os mitos criados ao sabor dos ventos ideológicos que sopraram sobre o continente em diferentes períodos desde então.




Título: 50 GRANDES IDEIAS DA HUMANIDADE QUE VOCÊ PRECISA CONHECER
Autor: Ben Dupré


Sinopse: Descubra como você pensa! “Resistimos à invasão dos exércitos; não resistimos à invasão das ideias.” É com essa frase do escritor francês Victor Hugo que Ben Dupré inicia este livro. Não poderia ter escolhido melhor. Afinal, as ideias constroem governos e os derrubam, criam novos comportamentos e tendências, alimentam crenças e desconstroem mitos. Nada é mais forte do que uma ideia, por mais que ela assuste ou encante. Dividido em seis grandes grupos – filosofia, religião, política, economia, artes e ciências –, este livro apresenta os conceitos básicos por trás de cada tema. Em filosofia, por exemplo, aborda diversas correntes do pensamento e alguns dos conceitos criados para dar conta dos grandes dilemas humanos. Já em religião, discute questões básicas e movimentos como o fundamentalismo e o criacionismo. A parte dedicada à política é a maior porque engloba todo tipo de movimento: do liberalismo ao racismo, do fascismo ao feminismo. Os principais movimentos artísticos, as teorias mais importantes da ciência e da economia completam as 50 grandes ideias da humanidade que você precisa conhecer.



Título: JOÃO SENDO JOÃO
Autor: João Guilherme

Sinopse: Você certamente conhece João Guilherme como ator, cantor e YouTuber. Fenômeno nas redes sociais com mais de 8 milhões de seguidores, já fez filmes como Vento, Meu pé de laranja lima e Entrando numa roubada e, como protagonista da novela Cúmplice de um resgate, no SBT, tornou-se um dos mais importantes ídolos teens da atualidade. Seu CD de estreia, Meu caminho, figurou nas listas de mais vendidos e suas músicas estão na boca de toda a garotada. Mas esta é apenas uma parte da história... Em João sendo João, João Guilherme abre o coração e conta em detalhes tudo o que você sempre quis saber sobre ele. Segredos da infância, travessuras com os amigos, viagens inesquecíveis, a importância da família, o namoro com Larissa Manoela, sonhos para o futuro, seu primeiro teste e muito mais. Muitos vão conhecer João Guilherme como artista, mas neste livro você irá conhecê-lo como João Sendo João.




Título: ZIKA, A Epidemia Emergente
Autor: Donald G. McNeil Jr.


Sinopse: Tocante e assustador. Este livro conta de forma detalhada e ao mesmo tempo assustadora a trajetória do Zika em todo o mundo. Da primeira vez que o vírus foi descoberto em um macaco na floresta Zika em Uganda, em 1947, até o surgimento dos primeiros casos no Brasil, em 2015. Além de explorar os aspectos científicos da epidemia, o jornalista Donald McNeil também narra com extrema delicadeza o drama das mulheres que tiveram bebês com microcefalia. “Com a experiência de quem cobriu outras epidemias como Aids, malária, gripe aviária, Sars e doença da vaca louca, McNeil conta em detalhes o surgimento do Zika, como se espalhou, a corrida pela cura e o que podemos fazer para nos proteger.”



Título: AMOR VERDADEIRO
Autor: Jude Deveraux


Sinopse: Da dama do romance, uma história de amor que vai além da vida! Ambientado numa ilha paradisíaca e um dos romances mais cultuados de Jude Deveraux, best-seller americana que já vendeu mais de 60 milhões de exemplares pelo mundo, o livro conta a história de Alix Madsen. Quando ela está terminando a faculdade de arquitetura, Addy Kingsley, amiga de seus pais, morre. No testamento, a mulher estipula que a jovem tem direito a viver por um ano em sua encantadora casa do século XIX na ilha de Nantucket (Massachusetts), EUA. O relacionamento de tia Addy com a família Madsen é um mistério para Alix, mas ela aceita a oferta e, ao chegar na propriedade dos Kingsley, percebe que não é má ideia passar uma temporada ali. Além de o lugar ser um sonho para qualquer arquiteto, ela conviverá com o charmoso Jared Montgomery Kingsley, dono de um dos mais importantes escritórios de arquitetura do país e sobrinho-neto de Addy, portanto, herdeiro natural da casa. O que Alix não imaginava era que tia Addy tinha um propósito muito específico para ela quando a colocou naquele lugar: solucionar o desaparecimento de Valentina, uma das mulheres da família Kingsley, ocorrido cerca de dois séculos antes. Em meio ao verão na ilha, Alix e Jared serão obrigados a conviver, o que pode ser a chave para desvendar o tal mistério dos Kingsley.


Título: AS GRANDES MENTIRAS SOBRE A IGREJA CATÓLICA
Autor: Alezandre Varela e Viviane Varela


Sinopse: Conheça as respostas para as contestações mais comuns sobre a Igreja Católica. Quantas vezes já ouvimos que a Igreja agiu de modo terrível na Idade Média, atrapalhou enormemente a ciência, matou milhares de inocentes durante a Inquisição e que é machista ou elitista? Quantas pessoas já questionaram a relevância dos santos, dos rituais e das relíquias do catolicismo sem saber exatamente o que eles significam ou representam? Para estes e outros questionamento é que Alexandre Varela, o responsável pelo maior blog católico da atualidade, O catequista, escreveu um verdadeiro manual para o católico moderno. Divertido e com o característico humor ácido da página, As grandes mentiras sobre a igreja católica comprovará que a realidade por trás da Igreja se revela completamente diferente das histórias que ouvimos nas escolas e na mídia.