O que me fez
querer assistir esse filme? O poster. Sério! O cartaz desse filme é lindo. E o
protagonista? Meu Deus, como não conhecia esse ator ainda?
Não, ele não é um
ótimo ator, pelo menos nesse filme ele não foi. Mas ele é uma coisa fofa
demais, desse tipo de morder e agarrar como a Felícia faz com os bichinhos
dela. Morri de amores.
O filme conta a
história de uma amizade entre esse casal que começa ainda quando eles eram crianças e como o
menino nunca conseguiu esquecer a menina e se tornou obsessivo por ela quando
cresceu a seguindo por onde ela ia em todo país, vestindo pijamas e trabalhando
como ilusionista freelancer. O roteiro
se desenrola em maior quantidade quando o pai dela adoece e ela tem que voltar
para a cidade, e dai ele vai atrás dela e resolve contar que a ama e que a segue há anos. Mas até isso
acontecer, tem muito pano pra manga.
O que achei desse
filme? Bem, que ele tinha mais substância em sua essencial do que o resultado
final da obra.
A ideia do filme e
dos personagens é excelente. Mas, infelizmente colocaram atores que não
suportavam a carga, a não ser talvez o ator que interpreta o irmão do
protagonista. Mas não culpo muito eles, acho que o erro desse filme começou no
roteiro.
O filme tinha
poesia em sua essência, mas o resultado não funcionou.
Os personagens não
foram aprofundados e só consegui enxergar uma história no irmão do
protagonista. Os outros são vazios e parecem não ter um passado, e não ter um
futuro.
Apesar de não ter
gostado tanto assim desse filme, tenho que admitir que gostei bastante dessa
coisa do ilusionismo do protagonista, de ser meio frustrado e conseguir trazer
magia para as pessoas. Ele é lindo, tem um olhar de destruir corações e um
sorriso de outro mundo. As vezes esquecia de prestar atenção nas falas quando
ele estava em cena. Até porque, pra mim, ele não funcionou como ator nessa
história. O personagem é muito sem sentido as vezes, beirava a loucura.
Já a
menina era sem graça e não vi uma personalidade formada nela. Na verdade foi
uma personagem que não vi nada de interessante, era maçante e desnecessária.
Não gostei!
Mas o irmão dele é
super ótimo. O personagem foi bem construído inclusive pelo roteiro, o ator deu
uma vida muito bacana, e as poucas cenas em que ele aparece, ele realmente esta
lá, e você só enxerga ele.
O namorado da
menina parece um personagem que jogaram no contexto pra tentar resolver algumas
coisas pendentes, mas deixou mais coisas pendentes e ficou sem sentido.
Os pais dela são
ótimos e funcionam muito bem juntos. Atores experientes são pratos cheios para
filmes assim.
O filme parecia
ter meia hora apesar de ter tido o tempo normal de um filme. Não foi totalmente
explicado e a história se perdeu em meio a tudo.
De verdade? Não
recomendo. A não ser que você queira limpar a vista pra ver o fofíssimo ator,
tirando isso, pra mim, não valeu.
Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças.
Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a
realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que
todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está
entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver
sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois
de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe
será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que
assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das
autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as
patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando
apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se
apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas,
depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?.
Sim,
Delírio é uma distopia construída em cima de um tema complicado, divisor de
águas e devastador: O amor!
Nessa
sociedade, amar é mal! Pode crer, com direito a prisão caso você não queira
tomar a tal vacina, e um total isolamento da sociedade, porque, é lógico, é
meio contagioso. Hehehehe
O
livro da Lauren tem uma ideia que super funciona e que é bem construída. Até
agora não vi nenhuma distopia fundamentada numa ideia tão genial, a não ser, talvez,
Farenheit,
que foi escrito há uns 50 anos e que é tipo, um dos pais da distopia literária. Sério
gente, o tema nos envolve mais até do que a própria história.
A
autora constrói um mundo onde o amor é tão físico que muitas vezes ele se
confunde com algum personagem; enjaulado, jovem e velho ao mesmo tempo e que
quer desesperadamente se rebelar contra as regras e fugir.
Já
pararam para pensar na questão filosófica e sem fim que é discutir o amor?
Pois
é, é muito pano para manga.
Os
personagens são de uma forma simples, bem construídos. Lena é a protagonista e
a voz da história. Confesso que prefiro os livros em terceira voz, estou
cansada de saber os pensamentos de adolescentes rebeldes. Lena é uma menina
disciplinada que segue as regras e que sempre atende a família. Ela teve um
passado complicado oriundo do resultado
da doença que é o Delíria. Então ela
quer a qualquer custo se vacinar e se livrar da possibilidade de um dia
contrair a doença. Eis então que Alex aparece na sua vida.
Alex
é um personagem linear. Vi muita calmaria nele e em algumas vezes uma vontade
louca de explodir com o mundo. Lena acaba sendo a chama que ele precisava para
sair da mesmice que se encontrava sua vida. E ele sendo a tapa que ela recebe
pra perceber o quanto suas convicções estavam erradas.
Fora
eles dois vemos a família de Lena, como se fossem seguidores de alguma seita
diabólica que os fazem conversar as mesmas coisas diariamente e acharem que tudo
esta ok. Tudo bem, eles foram vacinados, mas será que a falta de amor nos
tornaria uns completos babacas sem opiniões? Provavelmente.
É
o amor que de alguma forma nos dá força para tudo. Seja um amor pela família
que nos faz levantar quatro da madrugada e enfrentar o trânsito louco das cidades
para chegar ao trabalho. Seja o amor que nos faz criar obras de arte, músicas e
livros. É o amor que sentimos pelo mundo que nos dá coragem todos os dias e que
nos transforma em rebeldes derrubando muros em Berlim e construindo torres
simétricas como uma exaltação a vida.
Não
me imagino vivendo sem amor. E essa é a melhor parte do livro da Lauren, ele nos
faz pensar e nos sentir sufocados no lugar da Lena.
Eu
não sei dizer o quanto gostei da ideia desse livro, e posso garantir que a
desenvoltura dessa escritora é muito boa. Ela conduz a história gradativamente
e nos entrelaça nos deixando numa dependência eterna das escolhas e atitudes da
protagonista.
Sufocada
e inútil. Foi o que senti lendo esse livro.
Queria
poder entrar na história e ajudar Alex e Lena desesperadamente. Depois
que Lena contraiu descobriu o amor, ela não conseguia se imaginar sem
ele. Imagine só, você sendo presa e algemada porque você ama seus filhos ou
porque se apaixonou. Consegue pensar em coisa mais horrorosa? Credo!
Eu
indico esse livro pela ideia. Os personagens não são ruins, e acho que
conhecerei melhor deles na continuação, a até certo ponto eu gostei bastante de
algumas atitudes de Lena e outras tantas de Hana- A melhor amiga de Lena. Alex,
lógico, é lindo, apaixonante e heroico em muitos momentos. Mas realmente, o que
mais gostei foi da ideia.
Uma
ideia é o primeiro fator que conta quando o assunto são mudanças, e vejo
horizontes risonhos para essa série da Lauren Oliver.
Quotes:
Corações
são frágeis. Por isso é preciso ser tão cuidadoso. [página 12]
Não
é possível ser feliz realmente a não ser que às vezes se sinta infeliz. Você
sabe disso, certo? [página: 24]
Sentimentos
não são eternos. O tempo não espera ninguém, mas o progresso espera que um homem o produza. [página: 151]
Desnecessário. Adjetivo. É quando você está com fome, vai até a geladeira e ela está vazia. Completamente vazia. Absurdamente vazia. Até a água, que deveria estar gelada, ainda está natural.
Aí você decide ir à venda da esquina. Mas deixou a carteira no quarto, no primeiro andar. Você sobe. Pega a carteira, desce as escadas e vai até a porta. E descobre que as chaves também estavam ano quarto. Aí você sobe. Novamente. Pega as malditas chaves e desce, de novo, as escadas.
Quando abre a porta, vê a venda sendo fechada. Você corre. Estoura a sandália, pragueja, mas continua correndo, senão vai ficar com fome. O pé dói, mas a fome é maior. Corre, corre, corre... E chega.
O dono da venda olha pra você e segura a porta no meio do caminho. Você explica que quer comprar pouca coisa, rapidinho. E faz um “draminha”, pra ganhar o cara no papo. Mesmo sendo verdade, o cara não acredita.
Você insiste e, quando ele vai fechar a porta, você entra como um raio. Ele grita e te segue. Você continua correndo e ele atrás. A cada curva, você pega pão, ovos, queijo e alguns biscoitos. Na curva final, você agradece, joga o dinheiro e pede pra ele guardar o troco. E ele só quer te dar um soco.
Mas você, apesar da fome, é mais rápido e volta pra casa. No meio do caminho, deixa a outra sandália pelo chão. Quem sabe passa algum saci e ela pode servir. Vamos ser solidários. Você abre a porta E vai à cozinha.
Quando você tenta acender o fogo, sua mãe diz que o gás acabou. Você gela. Mas ela diz que tem um botijão reserva no quintal. Você pensa. 13 quilos do quintal até a cozinha, com fome, parecerão 130. Mas é o jeito e pega pesado. Literalmente.
Chegando na cozinha, troca o gás (vamos pular os detalhes, porque todo mundo sabe o saco que é trocar pneu, dinheiro pegado e botijão de gás) e acende o fogo. Prepara os ovos, o queijo, o pão... torrado... Hum... Nham, nham! Não vê a hora de comer!... É quando sua mãe, com aquele olhar de gato de boteco, diz que está tudo tão cheiroso, que quer também. É quando percebe que a comida só dá para uma pessoa.
Aí, você pensa em tudo o que sua mãe fez por você: as noites mal-dormidas (às vezes, nem dormidas), as fraldas trocadas, as jornadas triplas, os sacrifícios... Bom, entrega o prato de comida pra ela. Ela sorri e pergunta se você não vai querer. É quando você sorri também e diz que fez o prato pra ela. Que ela merece. Que a ama (e isso é verdade!). Dá-lhe um beijão, pega o pacote de biscoitos e sobe as escadas para o seu quarto, onde o notebook está ligado no Facebook (rima boba, mas você ri). Então, entre uma e outra mordiscada, escreve uma crônica. Uma crônica de uma fome anunciada (com um novo perdão pelo trocadilho...). E anuncia: o que é mesmo desnecessário?
(Guilherme Ramos, 04/09/2012, 21h25, baseado em - alguns - fatos reais, mas totalmente desnecessários. Biscoitinho bom, viu? Kkkkkkk....)
A postagem da coluna Vida foi tirada do blog Prosopoética do meu queridíssimo amigo Guilherme Ramos. Passem no espaço dele para conhecer um pouco mais sobre o seu trabalho de escrita que é simplesmente incrível!
Amigo, agradeço por ter cedido o texto, você é um danado maravilhoso escritor. hehe
Já
vi o tempo se estender como círculos se expandindo na superfície da água;
também já o vi correr tão acelerado e com tanta força que me deixou tonta. Mas
até hoje nunca o vi fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Os minutos parecem
inchar a meu redor e me sufocar com sua lentidão. Observo a luz se mover um
centímetro de cada vez no teto. Luto contra a dor na cabeça e nas costas. A
dormência se espalha do braço esquerdo para o direito. Uma mosca voeja pelo
quarto, zumbindo e batendo nas persianas, sem parar, tentando sair. Ela acaba
caindo, exausta, atingindo o chão com um minúsculo ruído.
Um mundo oculto está prestes a ser revelado... Quando Clary decide ir a Nova York se divertir numa discoteca, nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato - muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer... Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.
O que mais posso dizer desse livro além de que ele foi uma surpresa para mim?
Tudo bem, toda a blogosfera estava falando dele e todo um mito ao seu redor nos deixava totalmente curiosas para saber mais desse livro que está prestes a virar mais um filme jovem.
Não teve jeito, quando eu vi tinha comprado ele e estava estupidamente nervosa para lê-lo. Ainda esperei um pouco para não passar ele na frente das outras leituras. Enfim, comecei a ler o livro e demorei um pouco para pegar o embalo. No começo ele me pareceu bem confuso. Motivo: Seres de outro mundo demais!!
Sim, nesse livro você encontrará Vampiros, Lobisomens, Fadas, Demônios e todos os outros seres míticos que vocês imaginarem.
Mas compensou a partir do meio dele. A gente acaba pegando o embalo e não para mais.
Cidade dos Ossos é um livro repleto de ação: Fato# - O que me deixou bastante feliz. E porque fiquei feliz? Porque sei que pode render uma ótima adaptação cinematográfica.
Sério gente, é ação o tempo inteiro no livro. Quando você pensa que os personagens irão descansar é aí que começa tudo de novo e você pensa: Putz, de onde essa escritora tirou tantas situações inusitadas, e melhor, conseguiu escrever sobre isso com maestria.
Me apaixonei pela Cassandra Clare! Ele é muito boa escrevendo.
Sobre os personagens não poderiam ser melhores. Clary é muito teimosa e bem decidida, o tipo de mocinha que raramente de encontram nos livros, sério... Faz bastante tempo que não encontro uma mocinha como a Clary. Feliz#
O Jace é uma coisa.
Vale lembrar que em nenhum momento a Cassandra descreveu esse personagem como forte nem bonito demais, nem nada que faça você suspirar. O que realmente chama a atenção nele é a personalidade. Jace não é nada boboca nem torna sua vida um reflexo da vida de Clare. Ele simplesmente faz o que acha que é certo e não liga muito para o que os outros acham disso, inclusive ela. Achei um máximo!
Simon é de longe o meu predileto. Melhor amigo de Clary e desde o princípio se tornou lenda. Ele é engraçado, companheiro, não questiona muito, e sempre esta disposto a ajudar. Sério gente, ele é um fofo demais!! Me cativou.
A história não tem momentos maçantes e o único motivo de ter me estendido nela foi o fato de terem seres demais e eu me perder nisso as vezes. É muita informação e acho que precisarei dos outros volumes para entender algumas coisas. Mas você consegue se apaixonar legal por todo o universo criado pela Cassandra.
Devo também salientar que a parte romântica da história é quase nula, pelo menos nesse primeiro volume. Tudo se concentra mesmo nas primeiras impressões de Clary sobre a novidade na vida dela, e a partir daí as coisas vão acontecendo e ela não tem muito tempo pra pensar nem pra sentir nada. Isso também foi um ponto super positivo pra mim. #Cansada de melação demais.
Enfim, o visual do livro é muito bom e me tornei mega fã da série.
Lembrando que quando você acha que acabou a novidade, aí ela aumenta. Terminei esse livro com gosto de quero mais e numa vontade louca de ler mais de Simon.
Massa, Massa, Massa!!
Super recomendo Cidade dos Ossos.
Se tornou o melhor livro de fantasia lido esse ano até agora.
Quotes:
- Se você tivesse metade da graça que acha que tem, meu rapaz, seria duas vezes mais engraçado do que é [página: 104]
- O sarcasmo é o refúgio dos fracos [página: 169]
- Depois você verá o mundo como ele é: Infinito [página: 170]
- Não sou infeliz. - ele disse - Só pessoas sem propósito são infelizes. Eu tenho um propósito [página: 173]
- Todos os adolescentes do mundo se sentem assim, arrasados ou estranhos, diferentes de algum jeito, algo como um rei nascido em uma família de camponeses por engano. Talvez não melhores, mas diferentes. E não é fácil ser diferente. [página:223]
Eis a pergunta que jamais cala na boca das pessoas que assistem os filmes desse diretor.
Indiano, naturalizado estadunidense, esse cara de 42 anos já mexeu bastante com o mundo cinematográfico pela ousadia e muitas vezes insanidade, em fazer filmes que de tão psicológico são incompreendidos.
Meu ponto de vista?
- Um gênio!
Desde o primeiro filme desse diretor que sou apaixonada pelo conjunto de suas obras. Elas são sim um tapa na cara de quem assiste, e talvez seja o motivo que me faz gostar mais ainda de seus filmes.
Quer conhecer um pouco da filmografia desse diretor tão inusitado?
Ai vão seus principais filmes (Na minha opinião, ok?)
Sexto sentido
Considerada a obra prima do autor, e não tiro por menos, Sexto Sentido é um filme de arrepiar os cabelos do braço e é para os fortes, nunca consigo dormir sozinha depois que o assisto mesmo sabendo exatamente o que acontece e como acontece.
Conta a história de um garoto (Joel Osment), psicologicamente perturbado, que tem como psicólogo Bruce Willis, que também é um personagem perturbado. Em suma, o garoto vê gente morta.
Ok, quem não lembra da frase:
- Eu vejo gente morta
O filme é um terror mental. Não tem sangue esguichado nem assassinos em série, mas rende muitos sustos. E depois que você descobre qual é a do filme, fica tudo mais fácil de entender, e tudo fica bem aceitável, isso até o final, que é o melhor desse filme. De repente todas as peças de encaixam e você percebe o quanto foi burro por mais inteligente que você seja. #Fato!
Além do lance do vermelho, claro!
Sim, Shyamalan tem uma verdadeira obsessão com a cor vermelha, e nos seus filmes ela sempre vem associada a coisas ruins. Tenso!
No conjunto da obra, também acho a melhor obra dele.
Os filmes de Shyamalan tem uma coisa que simplesmente me fascinam... Os roteiros. E nesse filme ele é simplesmente maravilhosamente bem construído.
Tem muita gente que não gosta desse filme, que o achou ruim e que tem um final ridículo.
Ah, por favor né. Se você não esta acostumado com o estilo desse diretor vá se preparando porque pode ser decepcionante pra você. Eu o acho divino!
As pessoas foram ao cinema esperando ver aliens atacando a terra em espaçonaves e incluindo terror as pessoas por sinais no meio das plantações.
Lembro de novo que os filmes de Shyamalan são muito mentais. São filmes de nos deixar pensativos e não loucos por ação.
Sinais cumpriu todos os quesitos no sentido terror mental.
Mel Gibson faz um personagem de um pastor que perdeu a fé depois da morte da esposa. Um fazendeiro que mora com os dois filhos pequenos: o menino portador de asma, e a menina com uma mania louca de deixar copos espelhados pela casa Sou eu, e com o irmão, ex jogador de beisebol aposentado, interpretado com maestria por Joaquin Phoenix.
De repente sua fazenda amanhece cheia de sinais esquisitos nas plantações e que são manualmente impossíveis de serem feitos pela noite e em silêncio. E então começa a magia desse filme: Uma construção elaborada de fatos e situações que deixam qualquer pessoa presa até o final. Adoro!!
Outro roteiro excelente envolto em personagens incríveis.
E Shyamalan marca outro Touchdown comigo com esse filme.
Conta a história de um acidente de trem onde o único sobrevivente e sem nenhum arranhão foi o personagem do Bruce Willis. E então ele recebe uma carta misteriosa o perguntando quando foi a última vez em que ele ficou doente, e a resposta é: NUNCA.
E toda a premissa da história gira em cima de gibis: Seus heróis e vilões.
O personagem do Samuel L. Jackson é dono de uma loja de gibis raros e tem uma deficiência física que torna seus ossos altamente frágeis e quebradiços. E pensamos como são construídos os vilões e os heróis das histórias. Com quantos deles vivemos ao nosso redor e não sabemos. Como certos poderes vem de dentro e não são necessariamente levitação ou elasticidade.
O poder em ser herói consiste em saber onde fazer a diferença.
Primeiramente tenho que dizer que amo demais o cartaz desse filme.
Então, é um filme com críticas péssimas, e provavelmente é aquele que gosto menos, mas acredito que seja um pouco de incompreensão também.
As pessoas tem tendência a achar que o cinema tem que apenas relatar fatos extraordinários e muitas vezes mentirosos da vida. Eu discordo.
Tudo bem que as pessoas estão fartas de ver coisas que acontecem todos os dias. Se elas vão ao cinema, elas querem ver coisas diferentes. Entendo.
Mas...
Vai haver sempre um "mas" quando se fala de filmes desse diretor.
Ele quis unir um mundo mágico com um mundo de pessoas que estavam tão saturadas de suas próprias vidas que não percebiam o quanto elas tinham o poder nas próprias mãos.
Talvez seja o filme dele em que mais há personagens, e por isso, acredito que a mágica desse filme tem haver com as pessoas, suas dificuldades, suas diferenças e até onde elas possam ir em prol de algo maior que balance suas vidas.
Ok, até eu acho que tem coisas maçantes nesse filme. Concordo# Mas vejo mistério e resultados diferentes em todos os filmes que assisto dele.
É um filme que sempre vai gerar brigas e discussões. Me abstenho. Gosto demais desse diretor e compreendo muito do que ele faz mesmo que pareça uma merda.
Eu nem sei o que dizer desse filme... É o meu predileto.
Esse filme tem uma estética bela, tem personagens maravilhosos de perfeitos em suas construções, tem uma trilha sonora que adoro, tem um roteiro que...PUTZ! Nem sei o que dizer desse roteiro, além de que é tudo de bom.
Esse foi outro filme que quando vi no cinema percebi as pessoas dizendo que era uma bosta, que esperava um final diferente e tal. Sinceramente? Eu fiquei muito feliz e orgulhosa do Shyamalan quando vi esse filme.
Volto a dizer, as pessoas tem mania de achar que precisam de monstros tirados de contos dos irmãos Grimm para serem amedrontadores. Será?
Vocês não acham que já tem medo demais no mundo para querer lobos maus e bruxas malvadas não?
Esse filme é mágico!! E um outro terror mental.
E aqui ele volta com o lance do vermelho. Muito bem usado!
Esse filme conta a história de uma vila interiorana que é amedrontada por alguns monstros que não permiti que as pessoas ultrapassem seus limites. E ai temos o Joaquin Phoenix novamente como alguem que quer ir de encontro ao sistema.
Sério gente, o filme é muito bem feito. Eu super indico e super adoro.
Árvores que se revoltam com o descaso da humanidade. Tem idéia mais perfeita?
Gente, pode até não ter funcionado num todo, mas a idéia desse filme é muito boa.
É um filme que nos faz lembrar do poder que a natureza tem sobre nós. Mesmo com toda nossa tecnologia e sabedoria, nada no mundo é mais forte do que ela.
Tudo bem que nesse filme ela vem como uma vilã. Eu vejo mais como um resultado ao desmatamento desenfreado que se encontra no mundo.
Não gente, vocês não vão ver Barbávores, tipo O Senhor dos Aneís, andando por ai e derrubando casas com galhos nem pisando em pessoas com raízes. Mais uma vez é um terror, que apesar de físico, é bem psicológico também.
A plástica do filme é bela também, e os cenários são maravilhosos.
Também não teve boas notas da crítica, mas sou teimosa... Eu gosto desse filme.
E aqui termino minha seleção de filmes loucos do Shyamalan.
Vou dizer que adoro esse diretor, e que sempre que a mídia fala sobre filmes novos dele eu fico insana.
Ele tem uma pegada de terror psicológico incrível. Ele trabalha com coisas tão comuns e transforma em obras de arte.
Não são filmes de vilões consagrados, nem monstros, nem finais felizes para sempre. Somos seres humanos, nossas vidas tem dias de finais felizes, e outros não, e acho que ele veio de um jeito cinematográfico, nos mostrar isso. Apesar de sonhar com coisas de outro mundo, nossa vida já é cheia de magia e de vilões.
Eu indico!
Indico porque sempre você vai terminar um filme desse diretor pensando que alguma coisa na sua vida pode melhorar. Pensando em como nossos dias são perfeitos para virarem roteiros.
Os filmes dele nos mostra que podemos ser melhores.
E ai gente,
Estou devendo postagens mil essa semana. Mas estou firme e forte tentando atualizar todas elas.
Essa já estava programada há algum tempo, mas faltava paciência para escrevê-la. Comecei semana passada, mas como minha mão estava inútil por dias, só consegui concluí-la agora.
Fiz meu apanhado de triângulos amorosos dos livros jovens que ando lendo. Existem vários desses triângulos, mas escolhi apenas cinco deles. Lembrando que é mais comum do que se imagina um triângulo amoroso nos livros.
Lembrando que não estou falando dos atores selecionados para os filmes, estou falando dos personagens dos livros.
Ai o amor, sim o amor!
Aquele que faz nossos corações pularem no peito de nos deixar totalmente sem ar. O que faríamos sem esse samba doido?
Sofreríamos menos, choraríamos menos, mas sorriríamos mais.
Ter amado pelo menos uma vez é melhor do que não ter amado jamais.
QUADRILHA
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
Li Crepúsculo em 24 horas sem parar. Acabei de ler o livro louca por mais Edward, e qual foi minha surpresa quando depois de ter lido o Lua Nova estava me derretendo por Jacob.
Sim, nesse triângulo eu prefiro incondicionalmente o Jake. Gostava de Edward no primeiro livro porque eu via ele poderoso e lindo, a partir do segundo achava ele sem noção e doente. Não sou chegada a mocinhos que não tem voz e não tem atitudes fortes as vezes. Edward não tem. Sorry!
Jake é confiante, é acima de lobo, adolescente, com atitudes de adolescente. Edward é uma figura de outro século, e por isso fica parecendo um velho romântico e lento demais.
Na verdade acho que a Bella não merece nenhum dos dois. Ela é uma lesada para eles. (rsrsrs)
Esses três vivem numa coisa de doido de vai pra lá e vem pra cá que só sossega no último livro, e já na segunda parte dele. Mas adoro essa coisa de Jake lutar por Bella com unhas e dentes e Edward sempre deixá-la livre para escolher. Gosto do triângulo, mas sou do Jake.
Eu me apaixonei pelo Peeta desde a primeira vez que ele falou com a Katniss, e juro que não consigo enxergar Gale em momento nenhum dessa história. Sei que ele tem seu fundamento e é um personagem incrível de garra, força e tudo isso que faz um homem ser maravilhoso como companheiro. Sei também que algumas pessoas podem achar que Peeta só vive para Katniss e isso parece bobo, mas gente, a autora desse livro fez uma coisa tão perfeita escrevendo sobre o Peeta que não consigo achar ele chato e nada do tipo quando o vejo abdicar da própria vida pela da Katniss.
Também acho que ela não merece esses dois.
Eles são completamente diferentes. O Gale é impulsivo e contagiante. É pau pra toda obra junto da Katniss. Já o Peeta é sagaz, doce e tem um mistério de vida que não se conhece por conta do ponto de vista apenas dos olhos de Katniss. Até quando ele está calado, ele consegue ser lindo.
Adoro demais esse triangulo. Lógico que vemos muito mais de Peeta com Katniss do que de Gale com Katniss. Mas super vale a pena esse trio.
Eu sei que estou falando dos personagens dos livros e não dos filmes, mas tenho que dizer que achei a escolha desse Jace super estranha. Tudo bem que a escritora não disse que Jace era forte nem nada disso, mas esse ator parece um andrógino! (Desculpe gente, tinha que dizer isso.)
Bom, esse triângulo é muito fofo.
Sério!
Essa mocinha realmente faz diferença. Ela chama atenção tanto quanto os meninos na história. Jace não se sabe se ele é belo, mas se sabe que é forte e bem impulsivo. Toda elegância dele esta nas atitudes, e não são atitudes tomadas apenas pela influência de Clare, nem para salva-la sempre. Ele é assim para tudo na vida dele. É misterioso e tem uma química com nós, pobre leitoras, que parece areia movediça nos puxando. Já Simon é o oposto, ele é água limpa e tão transparente que não nos deixa com vontade de larga-lo hora nenhuma. Ele é engraçado, disposto, único. Não tem nada em Simon nem em Jace que não goste, o que tornou complicado minha escolha. Mas como adoro bom humor e risadas ao lado de homens, ficaria com Simon. Esse carinha se tornou um dos meus personagens prediletos de todos os livros que li na vida.
Complicada escolha heim Clare? (rsrsrsrs)
Um triângulo que super funciona juntos. Amei demais!!!
Esses não são atores do filme, nem sei se vai haver um filme, mas sempre imaginei esses personagens com esses atores.
Todo mundo sabe que não morri de amores por esse livro nem pelos personagens. Mas devo confessar que existe alguma coisa muito bacana nos garotos desse triângulo.
Xander é forte, confiante e energético. Ele faz com que toda mulher se sinta segura e que queira ter eternamente um companheiro ao lado. Ky é fofo demais!!! Dá vontade de se derreter todinha no colo dele. Ele é misterioso, e talvez essa seja a qualidade mais marcante nele, é bem inteligente e estrategista também. Conhecedor de muita coisa e acaba deixando todo mundo derretida por ele.
Não sei até que ponto gosto dos três juntos, mas pode ser porque não vejo graça em Cássia. Mas super acho que os meninos são contradições muito massa. Eu sou do Ky sem dúvida.
Esses não são atores do filme, nem sei se vai haver um filme, mas sempre imaginei esses personagens com esses atores.
Gosto mesmo dos bandidos e pude provar quando li Estilhaça-me.
Tudo bem, Adam é fofo, lindo, é doido por Juliette e tem todo um zelo com ela.
Mas Warner é maravilhosamente perigoso e sexy até quando esta sendo manipulador.
Toda essa coisa de Juliette ter um toque fatal, torna a história ainda mais gostosa.
Terminei o livro doida para saber mais de Warner. Ele é tão misterioso e forte e um comandante sem igual. Ok, ele é o vilão, perigoso e que pode machucar. Ah gente, estou rendida ao poder dele. (rsrsrs)
Eles não são visto bem como um triângulo nesse primeiro livro. Warner é APENAS o big vilão. Mas até Juliette sente os cabelos eriçados quando ele esta por perto. O que diria de mim? Morreria né? kkkk
Se o quesito fosse brigas para obter a amada, voto em Edward e Jacob. Se o quesito fosse o mocinho mais fofo: Peeta (É muito amor!) E se fosse funcionamento juntos fico com Jace, Clare e Simon.
Existem muitos triângulos na literatura, alguns que tem muito haver com tudo, e outros totalmente sem noção. Mas o que vale, é que toda menina queria, pelo menos por um dia, padecer de dúvida entre dois gatos corajosos e lindos e misteriosos que brigam pelo amor dela. Ai ai!!
Ás vezes devemos parar, sair um pouco da rotina, da mesmice, do dia a dia. Tem horas que o corpo pede um pouco mais de aventura e um pouco menos de "deixa acontecer". Vamos saltar do carro enquanto ele ainda está em movimento, para aproveitar o impulso e continuar a correr, mas agora para outros caminhos, seguir uma nova direção. Você já parou pra pensar como anda a sua vida, se é que ela anda? estamos atolados em trabalhos,emails, internet, trânsito, que ao nos depararmos com um final de semana ficamos em casa, trancafiados no quarto... na internet vendo o tempo correr, parados em frente a tela de um computador, ou fixados no facebook pelo smarthphone, ipod e outros meios tecnológicos. A tecnologia veio para incrementar a vida do ser humano, e o que fazemos com ela, substituimos pelas amizades presenciais, pelos abraços presenciais, pelos beijos... Não há tempo para namorar, então conversamos pela Net!!! Ainda me dizem que o ser humano é o único animal racional, não sei de onde tiraram essa idéia, racional vem de Razão, e o que menos temos nesses ultimos ano é Razão. Cortamos alguns itens de nossas vidas, substituimos outros e adotamos a internet e a tecnologia como único e prioritário meio de vida. Antes perguntariamos qual a ultima coisa que vc faria se morrese amanhã? e alguém nos responderia, sairia para balada com todos os meus amigos, ou faria uma festa com todos os meus amores. Hoje a resposta se modifica, podem crer que a maioria diria que postaria videos, atualizaria as fotos, deixava scraps e twetts para seus amigos e familiares. Em que mundo estamos vivendo? o que aconteceu conosco? que vicio é esse de facebook, twitter, orkut, msn? onde estão os neurocientistas para pesquisar essa epidemia tecnológica? Estamos perdendo a essência de ser, substituindo pela questão do TER e do FAZER, fazer parte das redes sociais... e como dizia Roberto Carlos sabiamente em sua musica " Eu quero ter um milhão de amigos...", a corrida é essa, ver quem atinge mais "amigos" vinculados a rede social, mas até onde eu conheço relações sociais seria o contato direto, sem intermeios, o cara a cara, o toque, a sensação, a discurssão seguida do aperto de mão e do abraço amigo. As crianças estão cada vez mais cedo fixadas nos computadores, sem ao menos saber a sua funcionalidade, sem escolher seus brinquedos. Ninguém oferece mais bolas, pipas, corda, pois é bem mais simples manter sua criança retida em um quarto apenas ligada na telinha do computador ou mesmo da televisão. Estamos perdendo o contato... nossos vinculos estão sendo estraçalhados por um cabo de internet, sem xeiru, sem bju, sem abrço, sem nossa essencia sentimental. E agora, onde vamos parar?
Essa foi a primeira postagem da coluna "Vida", escrita pela terapeuta ocupacional Renata Magalhães. Se você está afim de conversar sobre os seus problemas, alegrias ou suas dúvidas e não sabe com quem, escreva para nós. Estaremos sempre a disposição pra quem nos procurar.
"O ser humano não tem um coração como o meu. O coração humano é uma linha, ao passo que o meu é um círculo, e tenho a capacidade interminável de estar no lugar certo na hora certa. A conseqüencia disso é que estou sempre achando seres humanos no que eles têm de melhor e de pior. Vejo sua feirúra e sua beleza, e me pergunto como uma mesma coisa pode ser as duas. Mas eles tem uma coisa que eu invejo. Que mais não seja, os humanos têm o bom senso de morrer."
Sim gente, eu estou viva. Depois de uma tendinite que me deixou quebrada essa semana inteirinha (E ainda estou) Fiquei sem postar nada no blog desde terça. Gravei essa caixa na quinta mas não consegui editar no mesmo dia e acabei não postando.
Eu gravei esse vídeo tipo umas cinco vezes, e toda vez algo dava super errado. Esse não foi diferente, e depois de ter gravado percebi que fiquei igual ao cavaleiro sem cabeça falando do além. kkkkk. Vou pedir desculpa a vocês porque não gravei outro e vocês me ouvirão mais do que me verão.
Prometo que da próxima eu ajeito isso. kkkk
E ai estão os livros que chegaram essa semana:
Livros citados: - Julieta Imortal - Stacey Jay - On the Road - Jack Kerouac - Cilada - Harlan Coben - Delírio - Lauren Oliver
Esse final de semana atualizo o blog.
Beijos imensos gente!!